EMPEMA-ENSA BANCO BAI SOCIJORNAL SOCIJORNAL
OPaís
Ouça Rádio+
Seg, 8 Jun 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Vídeos
    • Publicações
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Vídeos
    • Publicações
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

É de hoje…Quela, uma vez mais

Dani Costa por Dani Costa
4 de Janeiro, 2023
Em Opinião

Janeiro é aquele mês em que estamos, literalmente, ligados aos acontecimentos de 4 de Janeiro, que hoje se assinalam. Um momento histórico, por se tratar do prenúncio de tudo quanto houve em matéria de luta para a independência nacional.

Poderão também interessar-lhe...

O custo da ignorância jurídica

A mediação da leitura e a formação do leitor no contexto do ensino angolano

PONTUAL: Parasitas urbanos

Só depois do 4 de Janeiro vimos o 4 de Fevereiro, data do início da luta armada, e, posteriormente, o 15 de Março, no Norte de Angola, o dia em que muitos acreditam ser aquele, verdadeiramente, que deu início ao processo que veio a culminar com a independência do país.

Gosto do simbolismo desta fase. O país, apesar de já não se tratar de um feriado nacional, ainda por razões que considero injustificadas, vai assinalar o momento com pompa e alguma circunstância. Uma delegação ministerial, encabeçada pelo secretário de Estado dos Antigos Combatentes, de- verá estar hoje na zona de Teka Dya Kinda, no município do Quela, para dirigir as actividades alusivas à data que dita o início da luta armada. O município do Quela, em Malanje, o berço da nossa luta para a independência, deve ter uma das imagens mais lindas que esta província conserva: a Baixa de Kassanje. Do alto dá para observar a imensidão do espaço em que centenas de angolanos se viram regados com fragmentos de na- palm porque pretendiam, unicamente, reivindicar contra os maus tratos a que eram submetidos pelos colonos portugueses.

Foi da reivindicação que surgiu o ataque que desencadeou no seio de muitos angolanos, entre nacionalistas e não só, alguns oriundos desta região, o sentimento de que se tinha de pleitear para se ter um país independente como hoje, apesar dos problemas que nos assolam.

Mais de quatro décadas depois, o município do Quela ainda luta por algum reconhecimento, não obstante o simbolismo que lhe pode ser atribuí- do até estes dias.

Quem já lá esteve saberá o que se diz. Quem um dia passou pela velha vila, em que muitas das infra-estruturas ainda sentiam saudades dos períodos áureos em que o algodão era a principal cultura, saberá o que se escreve.

Até hoje ainda se luta pela concretização de um dos sonhos que se espera concretizado, mesmo depois da passagem por esta região do país de inúmeras personalidades da nossa vida política e social. Há muito que se aguarda pela edificação de um monumento e uma vila onde se pudesse, na verdade, reconhecer os esforços de todos aqueles que morreram na repressão que evidenciou a crueldade dos colonos portugueses.

Trata-se de uma promessa cujo lançamento da primeira pedra acabou por ser feita pelo então Presidente da República e fundador da Nação, Agostinho Neto, há muitos anos, cuja concretização ainda não se efectivou. Hoje seria daqueles dias para ver concretizada esta velha promessa. Mas um ano mais se vai passar. Talvez em 2024 consigamos olhar para o Quela e as suas gentes de uma outra forma. E a concretização desta promessa seria um bom ponto de partida para que o dia 4 de Janeiro fosse mais do que uma data como outras que vimos assistindo.

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

O custo da ignorância jurídica

por Jornal OPaís
8 de Junho, 2026

Enquanto procura mos, há décadas, consolidar um Esta do de Direito, atrair investimento priva do e fortalecer as nossas instituições,...

Ler maisDetails

A mediação da leitura e a formação do leitor no contexto do ensino angolano

por Jornal OPaís
8 de Junho, 2026

Sabe-se que um dos princi pais objectivos da educa ção e do ensino, seja em que país for, é contribuir...

Ler maisDetails

PONTUAL: Parasitas urbanos

por Jorge Fernandes
8 de Junho, 2026
Jorge Fernandes

O último debate da rádio MFM de Sábado debruçou-se sobre a descaracterização das centralidades, fazendo também uma análise à vandalização...

Ler maisDetails

PROPRIV e o cidadão: o que as privatizações significam para si?

por Jornal OPaís
5 de Junho, 2026

Quando se ouve a palavra “privatização”, as reacções em Angola dividem-se rapidamente entre a esperança de modernização e o receio...

Ler maisDetails
DR

Huíla pode registar a temperatura mais baixa de Angola nas próximas 24 horas

8 de Junho, 2026

Historiador Don Watson diz que a América está em declínio porque a China e a Índia estão a crescer cada vez mais

8 de Junho, 2026

Boko Haram liberta centenas de pessoas sequestradas no nordeste da Nigéria

8 de Junho, 2026

Município do Cuito Cuanavale ganha primeira cozinha comunitária

8 de Junho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.