OPaís
Ouça Rádio+
Dom, 19 Abr 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

É de hoje…Combate sem fim

Dani Costa por Dani Costa
9 de Fevereiro, 2023
Em Opinião

Não me recordo quem terão sido os autores de tal estudo. Mas a memória aponta para o facto de no início dos anos 2000 um grupo de especialistas se terem juntado e elabora- do um trabalho aturado virado para o término da venda desordenada.

Poderão também interessar-lhe...

Caso “terrorismo”: arguido Lev afirma que encontro com Higino Carneiro era para apoiar projecto cultural

Benguela, esperança e sentido de Estado

O poder já mudou de lugar — e África ainda está a olhar para o mapa errado

Essa teimosa memória até diz mais: ao que tudo indica uma alta funcionária do Estado terá estado envolvida no estudo, cuja aplicação até aos dias de hoje não sabemos se ocorreu ou, no mínimo, tenha sido menos- prezado, à semelhança de muitos outros projectos que acabam por nem conhecer a luz do dia por terem si- do abortados.

A venda desordenada em Luanda tem sido nos últimos tempos um autêntico cavalo de batalha. Não foi em vão que tão logo chegou ao Governo Provincial de Luanda, Manuel Homem tenha identificado o fenómeno como um dos principais males a serem combatidos ao nível da capital do país.

E aos poucos se ía dando uma nova imagem à capital, alguns troços problemáticos tornaram-se desafogados e o trânsito quase livre, com os automobilistas e passageiros a despenderem menos tempo. De igual modo, observou-se áreas mais limpas, com menos lixo e sem a imagem quase que vergonhosa com que nos confrontamos em determinadas zonas de Luanda, incluindo naquelas como o São Paulo, que já foi tão digna do nome que ainda almeja.

Num ápice, a imagem que se mostrava melhor se foi deteriorando, voltando quase tudo à fórmula original, apesar do combate impiedoso que se previa. Os populares vão ocupando os passeios, bermas de estradas e até os separadores em muitos casos não são poucos. Vai-se dando uma imagem de que se trata de uma batalha quase sem fim. Em que os fiscais correm com os vendedores num momento, estes fingem fugir, mas momentos depois acabam por se instalar sem quais- quer receios. Por exemplo, há pouco tempo se pode- ria circular entre o Camama, Calemba 2 e outras partes de Luanda sem quaisquer problemas. Em pouco tempo tudo voltou à normalidade, dando estes espaços uma imagem de que se esteja naqueles emaranhados de Islamabad ou Bagdad nos tempos em que os confrontos eram tão acirrados.

Apesar da situação por que passam as famílias angolanas, ainda assim não se pode aceitar de bom ânimo que se venda em qualquer canto. E, pior, existem, segundo o Governo Provincial de Luanda, por exemplo, mais de 80 mil bancadas em vários mercados construídos pelas autoridades.

A verdade é que muitos destes mercados, entre novos e alguns antigos, encontram-se às moscas. O vende- dor prefere a rua e o comprador também não se impor- ta de adquirir o que bem entende na rua ou na estrada. E esta situação tende a manter-se por mais tempo, independentemente das operações que forem realizadas pelas autoridades ou dos apelos para que os cidadãos vendam nos locais ideais.

O combate à venda desordenada parece exigir muito mais. E de todos os sectores. É uma realidade que deverá fazer com que as academias, que todos os anos inundam o mercado com milhares de licenciados em ciências sociais, económicas e outras também participem. Não sei se não resta mais um espaço para mais uma comissão que poderia estudar, propor soluções e implementá-las a médio ou longo prazos.

Dani Costa

Dani Costa

Recomendado Para Si

Caso “terrorismo”: arguido Lev afirma que encontro com Higino Carneiro era para apoiar projecto cultural

por Jornal OPaís
17 de Abril, 2026
Foto de: CARLOS AUGUSTO

Lev Lakshtanov, um dos russos arrolados no caso “terrorismo”, foi o primeiro dos arguidos a ser ouvido em audiência, depois...

Ler maisDetails

Benguela, esperança e sentido de Estado

por Jornal OPaís
17 de Abril, 2026

A deslocação do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, na quarta-feira, última, à província de Benguela trouxe consigo um...

Ler maisDetails

O poder já mudou de lugar — e África ainda está a olhar para o mapa errado

por Jornal OPaís
17 de Abril, 2026

Há momentos na história em que o mundo muda sem fazer barulho. Como o rio Kwanza, que parece tranquilo à...

Ler maisDetails

O Campeonato da Credibilidade Informativa

por Jornal OPaís
17 de Abril, 2026

Dizem que o jornalismo desportivo é a melhor profissão do mundo para trabalhar. E, sejamos honestos, não estão totalmente errados:...

Ler maisDetails

Viagem Apostólica do Papa Lão XIV a Angola

Bombeiros registam 50 ocorrências na missa pontifical no Kilamba

19 de Abril, 2026

Fiéis da Luanda-Norte satisfeitos em ter o Papa pela primeira vez na zona Leste

19 de Abril, 2026
DANIEL MIGUEL

Milhares de fiéis católicos mobilizados para oração do terço com o Papa Leão XIV

19 de Abril, 2026
DR

Papa Leão XIV reflecte a homilia com as dificuldades sociais por que passam os angolanos

19 de Abril, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • OPaís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.