Desde os tempos idos, a mulher sempre foi uma figura muito polémica e transversal, algumas vezes associada ao azar, à guerra, à distribuição e à ruina, porém, igualmente enquadrada aos ce nários de êxitos, conquistas, vitó rias, satisfações e prazeres.
Nesta ordem de ideia, a mulher poderá ser, obviamente, uma ver dadeira expressão de dádiva divi na conferida aos homens, expressa nos poemas antigos como “a car ne da carne” (Gênesis 3:23), valor que “muito excede o de finas jóias” (Provérbios 31:10), “Rosa de Sa rom” (Cânticos 2:1), “videira fortí fora” (Salmos 128:2), “lírio entre as plantas dos campos”(Cânticos 2:2), por aí fora, todavia, ser semelhan temente concebida como a “vir gem louca”(Mateus 25:2), “coisa mais amarga que a morte” (Ecle siastes 7:26), a que “derruba a casa com as próprias mãos” (Provérbios Provérbios 14:1), “caminho da se pultura” (Provérbios 7:27), etc. Sendo assim, a mulher seria lite ralmente uma verdadeira expres são de um paradoxo natural, um plural activo, ou uma figura em blemática cuja raiz expressa tanto a pura bênção desejável, como a pior e a mais terrível maldição conferi da à humanidade.
Na história bíblica, por exemplo, considera-se que a mulher é o elo determinante para o começo da maldição no planeta. Sobre a nítida descrição, Moisés apresenta a como a que buscou ter contacto com o que era proibido e a que entregou a seu esposo, a Adão, “que também a comeu” (Génesis 3:6), porém que também seria por meio dela que viria o resgate e a salvação (Gênesis 3:15), pois que de sua carisma nasceria o prometido (Lucas 1:31).
Por: SAMPAIO HERCULANO





