O dia 23 de Março de 1988 é apresentado na história recente como o culminar das hostilidades no território da República de Angola, na sua região do Sudeste, entre os exércitos afectos à FAPLA e FALA, com apoios para ambos dos exércitos cuba no e sul-africano do Aphartheid, com o objectivo, para uns, no caso das FAPLA da tomada de Ma vinga e Jamba, este último, centro do poder administrativo da UNI TA, afim da extensão para aquela faixa do território as influências da República Popular de Angola.
Para a UNITA, a resistência e a defesa da região afastava a implementação do comunismo e, deixava as sim espaço para a sua democratização, conforme defende esta for mação político-partidária.
Por isso, faz 38 anos desde os episódios ocorridos no “Triângulo do Tumpo”, o local onde resistiram os exércitos afectos a FAPLA, as Forças Armadas Revolucionárias Cubanas (FAR) e estrategistas soviéticos, depois de certas der rotas a caminho de Mavinga, a 23 de Março de 1988. O “Triângulo do Tumpo” está localizado no município do Cuito Cuanavale, em Angola, na então província do Cuando Cubango.
É um local de grande importância histórica, especialmente por conta da batalha do Cuito Cuanavale. Esta batalha é considerada uma das maiores guerras militares em África, que marcou a resistência do povo angolano contra o regime do Apartheid na África do Sul.
Hoje, o “Triângulo do Tumpo” é classificado como sítio histórico nacional e está sendo promovido como um parque temático, com exposições que visam educar as gerações futuras sobre a coragem e de terminação dos angolanos durante esta batalha. A batalha teve um impacto significativo na geopolítica da África Austral e na indepen dência da Namíbia, em 1990.
Por: Fernando Daniel








