Para as eleições gerais de 2027 em Angola, a Polícia Nacional estará no terreno para manter a ordem e a tranquilidade pública. O alinhamento e o desdobramento das forças são e têm sido uma missão corrente. Nesta ordem, à semelhança dos anos anteriores, a Polícia Nacional será uma vez mais chamada.
Garantir que o pleito decorra de forma ordeira e tranquila faz parte do plano estratégico deste órgão. Com uma postura republicana e cívica, a missão, a ser materializada no período eleitoral, deve ser antecipada.
Por isso, a máquina administrativa e operativa está previamente afinada. Diante do cidadão, o agente tem a obrigação de aplicar e respeitar os princípios consagrados pela Constituição da República de Angola.
Pois, a sua violação impõe sanções de natureza civil e penal. Assim sendo, o comandante provincial da Polícia Nacional em Benguela, Aristófanes dos Santos, adiantou que “a disciplina deve ser a base dos órgãos castrenses, porque não queremos uma polícia frouxa nem desorganizada, tão pouco exagerada”.
Na cidade das Acácias Rubras, o também delegado da Polícia Nacional reiterou que a conduta do polícia deve basear-se na lei, nos princípios, nas normas e deontologia profissional que caracteriza a corporação.








