A Maternidade Municipal do Uíge, sede da província com o mesmo nome, tem registado um elevado número de abortos nos últimos meses, com uma variação que vai de 150 a 200 casos mensalmente.
A preocupação foi manifestada recentemente pela directora daquela unidade hospitalar, Fernanda Ngunza.
Segundo a responsável, uma boa parte destes casos de abortos foram provocados pelas próprias pacientes, que depois, supostamente, dirigem-se àquela unidade para fazer parecer que se trata de um aborto espontâneo.
Não obstante aos números elevados de abortos, de acordo com a directora desta unidade hospitalar, a instituição anotou, em 2025, oito mil e 708 partos.
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