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Trabalhar para produzir!

Jornal Opais por Jornal Opais
7 de Abril, 2023
Em Opinião

A prior, em nome do Movimento Cultural do Cunene, aproveitamos o ensejo para destacar, no âmbito do presente artigo de opinião, o grande contributo social que o secretariado provincial da OMACunene, a par da Boutique PVP, têm prestado às diferentes organizações sociais na materialização das suas actividades filantrópicas e culturais.

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A razão da presente reflexão é resultado de como se concebe o tecido sociocultural, socioeconómico e político na cosmovisão dos diferentes segmentos sociais sob as lentes cognitivas sobre o trabalho.

A partir de uma leitura funcional, sobre os modus operandi, pode-se aferir que tem havido, até certo ponto, uma promoção de promiscuidade intelectual, cultural e académica como modelo de vida.

Assiste-se ainda a propagação do anormal como valor cultural por via da sociologia da comunicação, mal aproveitada, que tem sido o canal de fabricação de mediocridade e promotora de conflito ideo-multicultural.

Trabalhar para produzir, implica, necessariamente, que urge o imperativo de entendermos que todos nós somos parte das soluções, logo, dos problemas também tendo em conta as consequências advindas da gestão da coisa pública.

Pois que, é fundamental que façamos do diálogo participativo o mecanismo de estanque a anulação do pensar diferente.

Assim sendo, não é possível que se construa uma sociedade à margem do trabalho, portanto, significa dignidade e não mendicidade.

Mas para que o trabalho signifique, é necessário que combatamos as assimetrias das condições laborais que se estende à valorização do homem enquanto peça fundamental no funcionalismo da sociedade.

Assim sendo, não se podem criar condições propensas para a violência simbólica que desemboca na segregação social.

Daí que, deve se evitar o discurso prático e, sobretudo, o uso da violência sociolinguística sobre a pessoa.

Nota-se claramente, a existência de um certo crescimento substancial, a todos os níveis e aos diferentes segmentos a pulga da não valorização do trabalho.

Daí entendermos, que temos o dever de criar, em particular o SujeitoEstado, um ambiente saudável para que cada um de sinta-se parte integrante e contribua de forma positiva no processo de coabitação entre o trabalhador e o trabalho como cultura de resolução, de inclusão, de aceitação e de transposição de sujeito.

Por exemplo, quanto mais forem cimentadas assimetrias laborais maior será a proliferação de descontentamento, de não cumprimento e de não vontade relacional entre produzir e fazer-se presente no local de trabalho.

Por isso, precisamos de repensar, urgentemente, os modelos de trabalho para que haja produção de facto.

Todavia, não se tratam de modelos-estanques, mas de modelos-flexíveis e tridimensionais: de significar o homem na sua vasta e integral existência, operacionalizar o trabalho para produzir e redimensionar o trabalho para melhor catalisar.

Outrossim, se por um lado é notável a camisa de força entre o campo categorial sobre o que se entende por trabalho e o que significa.

Por outro, é bem verdade que por parte destes segmentos, existem os que se debatem para a solidificação da valorização do trabalho como meio de sustento respeitando sempre a diferença e aceitação de que cada um.

 

Por: HAMILTON ARTES

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