Como já dissemos na se mana passada, diferentemente do que acontecia no passado, hoje o sucesso no marketing depende, antes de tudo, da capacidade de uma marca ocupar o primeiro lugar na mente do consumidor.
A história demonstra que quem ocupa primeiro a mente do cliente nu ma determinada categoria tende a conservar vantagens competitiva, alcançando quotas de mercado muito superiores às dos concorrentes que chegam depois.
Por essa razão, o êxito de empresas como Coca-Cola, IBM e Kodak não pode ser explicado ape nas por talento estratégico; resulta, em grande medida, do facto de terem estabelecido os padrões iniciais pelos quais toda a categoria passou a ser avaliada.
Quando essas mesmas organizações tentaram “venturar-se” noutros segmentos dominados por terceiros, os seus recursos financeiros e tecnológicos revelaram-se insuficientes para inverter a posição já consolidada na mente do público.
DR A força de uma organização nasce, portanto, da posição ocupa da pelo seu principal produto na percepção do consumidor. Quando duas marcas disputam o mesmo espaço em condições semelhantes, instala-se uma situ ação instável, porque o mercado tende a procurar uma hierarquia clara. Mais cedo ou mais tarde, uma delas conquista uma vatagem decisiva.
É precisamente nesse período de indefinição que o esforço estratégico produz os maiores resultados, pois uma vitória num momento crítico po de assegurar décadas de liderança ou mesmo de monopólio de mercado.
Uma vez alcançado o topo, a organização ou a marca não deve desperdiçar energia a proclamar a sua superioridade. Mensagens como “somos o número um” costumam transmitir insegurança.
Por: OLÍVIO DOS SANTOS








