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Investigação científica no Ensino Superior: um sonho adormecido

Jornal Opais por Jornal Opais
30 de Maio, 2023
Em Opinião
ccampos universitario agostinho neto prova ou teste de optidao para universidade

ccampos universitario agostinho neto prova ou teste de optidao para universidade

A pesquisa científica como um processo requer, para além de projectos e metodologias viáveis para o alcance dos objectivos da pesquisa, a sua publicação para que a comunidade científica e não só tenha a informação em suas mãos.

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Do contrário, como é comum ver em Luanda e não só, os docentes e discentes são obrigados a recorrerem aos estudos publicados por instituições estrangeiras.

O que surpreende é o facto de Angola ter mais de 30 instituições do ensino superior e não realizar anualmente um mínimo de 30 conferências ou simpósios de cariz científico.

A pergunta que não se quer calar é: onde reside o problema para a comunidade científica não consumir o produto das instituições do ensino superior angolano?

Vale lembrar que a pesquisa científica consiste em um processo ordenado e sistemático de análise e estudo, desde que haja um conjunto de método e critério a fim de se obter conhecimentos ou ampliar o conhecimento já existente.

Por outro lado, o processo de investigação científica em Angola tem se dado maioritariamente quando estamos diante de trabalhos de fim de curso.

O que não impede de se fazer ciência fora de monografia, dissertação ou tese.

A título de exemplo, a nível da pós-graduação (mestrado e doutoramento) nalgumas faculdades da Universidade Agostinho Neto muitos estudantes terminam o plano curricular sem ter escrito um artigo científico e recorrer, quase sempre, a trabalhos de outras latitudes e modificar apenas o local da pesquisa o que propicia a normalização e normatização do plágio.

Todavia, segundo o portal da Universidade Agostinho Neto vê-se dois elementos que nos chamaram atenção: missão e visão.

E transcrevemos: “A Universidade Agostinho Neto (UAN) tem por missão a formação integral dos seus estudantes, a produção, difusão e transferência do conhecimento científico, tecnológico e cultural, em favor das comunidades (…).

A nossa visão é transformar a UAN numa instituição de referência internacional, reconhecida pela excelência do Ensino e da Investigação Científica (…)”.

O que se lê acima contrasta com o que se tem observado. Dito de outro modo, se pensarmos que a UAN durante cinco anos tenha lançado 3.000 licenciados, 1.000 mestres e 200 doutores, então, durante este período é possível constatar 4200 trabalhos de fim de curso e uns quarenta (40) artigos científicos, fruto de conferências e não só.

Por um lado, temos os prováveis números de trabalhos de fim de curso; por outro lado, não é possível aceder de forma remota os tais trabalhos.

Com este texto, não estamos a afirmar que não se tenha um repositório, aliás, acreditamos que haja.

Porém, o repositório pode estar avariado ou aguardando por cabimento orçamental para que se possa aceder aos trabalhos publicados e defendidos.

 

Por: António Kutema

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