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É de hoje… Será que o sexo frágil morreu?

Dani Costa por Dani Costa
15 de Fevereiro, 2024
Em Opinião

Sinto saudades dos tempos em que se promoviam grandes debates em torno da promoção e emancipação da mulher.

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Parecem estar longe aquela fase em que houve quem de forma errada mencionasse a expressão sexo frágil quando se quisesse referir às senhoras, muitas das quais passavam por sérias sevícias dos seus parceiros ou desconhecidos.

Os tempos agora são outros. Há mulheres em vários cargos de decisão. Em muitos países, incluindo africanos, algumas senhoras extremamente inteligentes e bem formadas atingiram até os mais altos cargos, incluindo a Presidência da República.

Em Angola, depois de largos anos de machismo político, vê-se agora na vice-Presidência uma mulher.

E não nos espantemos se, num futuro próximo, também venhamos a ter uma senhora no posto de Presidente da República, uma vez que valências abundam, e seria, de facto, um acontecimento desafiante.

Afinal, nós que viemos dos subúrbios, musseques e do mato, nunca nos esquecemos do velho aforismo segundo o qual “a mãe do outro também é nossa mãe”.

A igualdade que se vai observando, às vezes, levam-me em crer que talvez fosse melhor um dia destes termos um Ministério da Igualdade.

Tanto nas coisas boas como nas más, como se vê por estes meses, diriam alguns que homens e mulheres agora andam taco a taco.

Senão vejamos: antes a violência doméstica tinha o direito quase que exclusivo dos homens. Eram estes que surgiam nas manchetes e adornavam os relatórios que todos os anos são publicados.

Aos poucos, vai-se mudando as tendências, havendo mulheres que batem, violam e até assassinam os seus parceiros.

Nunca me passou pela cabeça que um dia fosse ver ou ouvir notícias de um cidadão competentemente espancado pela esposa, ainda por cima oficial da Polícia, e que este se tenha ido queixar aos órgãos de comunicação social depois de ter levado a sova.

E pior, a mulher, depois de entrevistada, disse que ele iria voltar a apanhar caso regressasse a casa. Também nunca havia passado pela cabeça que os bisneiros de outrora forem substituídas por bisneiras.

Quem diria que um dia as senhoras dominassem as burlas de casas como se vê nas centralidades. E para piorar, num dia dedicado ao amor, 14 de Fevereiro, ontem mesmo, o Serviço de Investigação Criminal (SIC) presenteounos com a apresentação de duas senhoras envolvidas em burlas de elevados valores monetários, incluindo falsificação de cartões Multicaixa.

Uma de 1 milhão de kwanzas e outra de 100 milhões Kz da conta de clientes. Com estas e outras situações, aos poucos vamo-nos convencendo de que, afinal, o sexo frágil morreu mesmo.

Dani Costa

Dani Costa

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