Na sociedade, na política, no desporto, e até nas igrejas, encontra mos frequentemente individualidades que se consideram candidatas naturais à vitória e acreditam firmemente que estão destinadas a alcançar os melhores resultados e que o sucesso lhes pertence por direito próprio. Mo vidos por essa convicção, tendem a ignorar ou subestimar as capacidades, a preparação e o potencial dos seus adversários.
Para estes indivíduos, qualquer disputa é encarada como mera formalidade, pois a vitória, na sua mente, já está garantida. Constroem uma imagem de in vencibilidade e passam a viver alimentados pela expectativa de um triunfo inevitável, como se o resultado final estivesse previa mente decidido.
A ilusão do eterno candidato à vitória surge quando alguém confunde potencial com resultado. Todavia, ter experiência, talento, influência ou aceitação não significa necessariamente alcançar o objectivo desejado, na medida em que ostentar todas essas qualidades e até de influência não significa necessariamente alcançar o objectivo desejado.
Por: JOÃO MPILAMOSI








