A agência das migrações salientou que se estima que pelo me nos cerca de 340.000 familiares tenham sido directamente afecta dos pela crise dos migrantes desaparecidos desde 2014
Cerca de 7.900 pessoas morreram ou desapareceram nas rotas migratórias em 2025, elevando o total de mortos e desaparecidos desde 2014 para mais de 80.000, informou a agência das Nações Unidas para as migrações.
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) da ONU afirmou que as pessoas estavam a ser forçadas a empreender viagens perigosas e irregulares quando as rotas seguras estavam fora do seu alcance e instou os países a encontrarem a vontade política para salvar mais vidas nas rotas migratórias.
O Projeto Migrantes Desapareci dos da OIM “documentou mais de 80.000 mortes e desapareci mentos durante a migração desde 2014”, afirmou a agência.
“Embora estes números representem apenas o limite mínimo do número real de pessoas afectadas, sublinham, no entanto, a necessidade de ação urgente para pôr fim às mortes de migrantes e atender às complexas necessidades das famílias que ficam para trás”, disse a OIM.
As 7.904 mortes e desaparecimentos documentados em 2025 foram inferiores ao número de 9.200 registado em 2024, o maior total anual de que há registo.









