Depois de Angola, o líder da Igreja Católica realiza a quarta e última etapa da sua digressão africana, onde cerca de três quartos da população são católicos
O Papa Leão XIV chegou a Malabo, capital da Guiné Equatorial, a quarta e última paragem da sua digressão africana, onde condenou a “colonização” dos recursos minerais de África, bem como a “sede de poder” num país cujo líder opressor está no poder desde 1979. No país, de maioria católica, uma multidão entusiasmada aguardava o chefe da Igreja no aeroporto, e inúmeras pessoas alinharam-se ao longo da estrada que conduz à capital para saudar o primeiro Papa a visitar o país desde a visita de João Paulo II, em 1982.
Leão chegou ao palácio presidencial num papamóvel aberto, para grande alegria dos fiéis entusiastas que o aclamavam e agitavam bandeiras. “A nossa alegria é enorme, pois esperámos 44 anos pela chegada do Papa. Isto é uma bênção para o país. Esperamos que muitas coisas mudem e que a nossa fé se aprofunde”, disse Diosdado Marques, um dos altos dignitários católicos do país.









