Depois de visitar a Espanha e a Alemanha, Lula da Silva esteve em Lisboa para consolidar parcerias e defendeu que Portugal pode ser a “grande porta de entrada” de empresas brasileiras na União Europeia, depois do acordo do Mercosul. Lula aproveitou ainda para criticar Donald Trump
Quase a entrar em vigor de forma provisória, o acordo do Mercosul-UE (1 de Maio de 2026), o Presidente do Brasil, Lula da Silva, esteve na Europa para reforçar acordos comerciais, atrair investimentos e discutir temas
urgentes, como a defesa da democracia e do multilateralismo. Depois de saudar, em Barcelona, a decisão de Pedro Sánchez de “recusar às forças norte americanas o uso de bases militares espanholas para atacar o Irão”, e de elogiar, em Hannover, o acor do Mercosul-UE contra o unilateralismo, Lula da Silva criticou, em Lisboa, Donald Trump por ser o criador de conflitos, e não o contrário. “O que vemos todos os dias são declarações — que não sei se são
brincadeiras ou não — do presidente Trump, dizendo que acabou com 8 guerras e que não lhe concederam o Nobel da Paz. Então, é importante dar-lhe logo o Prémio Nobel para não haver mais guerras.
E assim o mundo vai viver em paz, tranquilamente”, ironizou o Presidente do Brasil na conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro português, Luís Montenegro. “É importante lembrar que temos a maior quantidade de conflitos da história, depois da II Guerra Mundial, e que não há uma única instituição capaz de dizer a palavra Paz”, afirmou o presidente brasileiro, referindo-se às Nações Unidas.









