Durante décadas, a economia angolana andou ancorada na dependência do petróleo. A importação de produtos, bem como as oscilações do preço do ouro negro no mercado internacional, criaram ruídos aos bens e serviços.
O ciclo de reformas económicas iniciado em 2018 abriu portas para a diversificação do sector. A estabilidade vai sendo uma realidade. Cria condições para uma transformação gradual da economia.
No sistema financeiro, incluindo o fortalecimento do Banco Nacional de Angola (BNA) e as alterações do mercado cambial, novos ventos chegaram ao país. A agricultura é um dos sectores que mais cresce.
Os produtos chegam ao mercado. Dão resposta ao que era constantemente importado. A formação do homem e a aposta em infraestruturas de apoio continuam a merecer atenção do Executivo. A consolidação gradual da economia abre novas oportunidades de investimentos.
Em todas as áreas. Esta perspectiva contribui para o crescimento e o desenvolvimento do sector. Mais postos de trabalho são abertos. Os jovens têm à curva novas oportunidades.
Em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América, onde decorre o Forbes Africa Day, em representação do Presidente da República, João Lourenço, o ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, disse que “a economia está a crescer para além do petróleo”.












