A Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) é por excelência um espaço de debate político. Reúne Chefes de Estado e de Governo de 193 países.
Angola, enquanto Estado soberano desde 1975, faz da diplomacia um trunfo para se impor no contexto das nações. Tem tido um papel importante na resolução de conflitos. Na mesa de discussões do organismo criado em 1945 para garantir a paz e a cooperação no mundo, o Estado angolano, como membro, tem um lugar cativo no arranque das discussões.
Para apresentar a sua visão e prioridades sobre os grandes desafios globais, o Chefe de Estado angolano, João Lourenço, discursa hoje pela oitava vez no debate da Assembleia-Geral da ONU, em Nova Iorque, EUA. Após assumir a presidência em 2017, o Presidente da República (PR), no ano seguinte, discursou pela primeira vez na sede da ONU, isto é, no dia 26 de Setembro de 2018.
Na magna sala, João Lourenço chamou atenção para a necessidade de a ONU permanecer focada nos propósitos que estiveram na base da sua criação. Entre outros factos, apontou o reestabelecimento da paz, promoção da concórdia entre os Estados e a construção de um mundo assente na cooperação, progresso e no bem-estar dos povos.












