Para atrair maior investimento directo estrangeiro, a aposta na diplomacia económica é um dos eixos da política externa angolana. Vai criar abertura de novos mercados. A dinamização do ambiente de negócios no país, com base na estratégia do Chefe de Estado, João Lourenço, visa consolidar a marca “Made in Angola” noutras paragens.
Para além da implementação de medidas concretas para a desburocratização, o reforço da segurança jurídica, promoção da concorrência e a facilitação do investimento privado são peças fundamentais para o sucesso do programa.
A criação de infra-estruturas ligadas à energia eléctrica, água, transportes públicos, telecomunicações, portos, aeroportos e caminhos-de-ferro é uma realidade. O investimento estrangeiro vai caminhar ainda mais. As exportações e outros serviços criarão condições para a abertura de mais postos de trabalho. As assimetrias serão reduzidas. O aumento da produção local garante condições.
Os jovens, a força motriz da sociedade, estarão na vanguarda. O secretário de Estado para a Cooperação Internacional e Comunidades Angolanas, Domingos Vieira Lopes, ao intervir na abertura da 4.ª edição do Angola Economic Forum/2026, sublinhou que, “com esse plano, se pretende também a abertura de novos mercados e dinamização do ambiente de negócios no país”.












