No artigo da semana passada, chamámos a atenção para uma ideia que consideramos funda mental: uma empresa não cresce apenas com dinheiro, cresce com uma boa gestão. Embora possa parecer uma afirmação simples, a verdade é que ela faz uma grande diferença para quem pretende construir em presas competitivas num mercado cada vez mais exigente.
O capital é importante. Permite investir, adquirir equipamentos, contratar pessoas, comprar matérias-primas, desenvolver produtos e expandir operações. Mas, por si só, não garante o crescimento de uma empresa. É necessário saber onde investir, quanto investir, quando investir e, sobretudo, como transformar os recursos disponíveis em resultados.
DR É precisamente neste ponto que encontramos outro elemento fundamental da gestão empresarial: o planeamento. Uma empresa pode funcionar durante alguns anos, manter as portas abertas, pagar salários e continuar a vender e, ainda as sim, não apresentar crescimento consistente, rentabilidade, sustentabilidade ou capacidade para competir em condições de igualdade num mercado cada vez mais exigente. Pode sobreviver hoje e, ao mesmo tempo, estar a comprometer o seu futuro.
E aqui está uma questão que merece reflexão: sobreviver no mercado não significa necessariamente estar preparado para o futuro. Quando não existe planeamento, as decisões tendem a ser to madas em função das urgências.
O gestor passa grande parte do tempo a resolver problemas que surgem diariamente: falta de stock, dificuldades financeiras, reclamações de clientes, problemas com trabalhadores, atrasos de fornecedores ou falhas nos processos.
Resolver problemas faz parte da gestão. O problema aparece quando aquilo que deveria ser excepcional transforma-se nu ma prática permanente.
Por: FRANCISCO AUGUSTO












