Falar de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoas não é uma questão meramen te administrativa no nosso país. É uma necessidade estratégica para as organizações que pretendem melhorar a produtividade, desenvolver competências e garantir a sustentabilidade dos seus negócios.
A Lei n.º 12/23 Lei Geral do Trabalho estabelece direitos e de veres relacionados com a formação e o desenvolvimento profissional dos trabalhadores. A formação profissional não deve, por isso, ser encarada pela em presa como uma despesa ou co mo uma formalidade para cumprir.
Existe uma questão que merece maior atenção, de que vale investir num trabalhador que não quer aprender ou que não está preparado para aprender?
Uma empresa pode contratar os melhores formadores, disponibilizar salas, materiais, plataformas digitais e investir recursos financeiros significativos.
Contudo, se o trabalhador participar no treinamento apenas por obrigação, sem interesse, disponibilidade ou abertura para adquirir novos conhecimentos, dificilmente os resultados corresponderão aos objectivos definidos. Treinar não é o mesmo que desenvolver.
O treinamento pode transmitir conhecimentos, técnicas e procedimentos. O desenvolvimento, porém, exige mu dança de comportamento, aplicação prática e compromisso do próprio trabalhador com a sua evolução profissional. É aqui que entra a responsabilidade da gestão de Recursos Humanos.
Antes de definir um plano de formação, é fundamental identificar as reais necessidades da organização e dos trabalhadores. Nem todo trabalha dor precisa da mesma formação, nem todos estão no mesmo nível de preparação para receber de terminado conteúdo.
Por: YONA SOARES





