“A bril, chuvas mil” costuma ser o slogan do mês que agora se está a viver, por conta da imensa carga de água que cai por essa altura.
E a entrada do mês, ontem, portanto, dia 1, não foi diferente, pois o dia começou precisamente com chuva em grande parte da cidade de Luanda e de Icolo e Bengo, a nova província mais próxima da capital.
Apesar de ser uma obra da natureza, quando se fala em chuva, sobretudo em Luanda, pensa-se logo em problemas, como os de mobilidade, ruas lamacentas, os buracos dão o ar da sua graça em estradas principais, enfim, é um emaranhado de problemas que deixa de fora muitos quadros da actividade laboral, sendo isso uma justificativa aceite pelos patrões.
Ora, numa altura dessas, reconhece-se que são enormes os desafios da governação face à conjuntura financeira mundial. Angola é parte, mas o assunto de chuva numa cidade cosmopolita como Luanda não devia ser mais um problema.
Chuva deve ser, sim, encarada como um fenómeno natural, mas que não pode emperrar as actividades das pessoas. É preciso que se reflita melhor sobre que rumo se quer atingir. Vêm mais enxurradas.








