O líder do PRA-JA Servir Angola, Abel Epalanga Chivukuvuku, defendeu ontem, em Luanda, a necessidade da construção de um governo inclusivo participado, capaz de integrar diferentes forças políticas e sociais na definição das soluções para os desafios do país
O político, que tem vindo a apregoar que o seu partido será governo, ou parte dele em 2027, sublinhou a complexidade da realidade nacional e a necessidade de um diálogo entre os cários actores políticos nacionais. “Nós conhecemos a complexidade do nosso país e entendemos que devemos construir um governo participado.
Por isso, convidamos os outros a juntarem- se a esta iniciativa para tentarmos criar sinergias e alcançar uma visão, senão totalmente comum, pelo menos aproximada, sobre o que queremos para Angola”, afirmou. Chivukuvuku fez estas declarações à margem do curso de Geopolítica e História das Doutrinas Políticas promovido pelo PRA-JA, cuja abertura teve lugar na última Segunda-feira, 16.
No âmbito desta estratégia de concertação, o presidente do PRA-JA revelou que o partido já endereçou convites a várias outras forças políticas, nomeadamente ao MPLA, à UNITA, ao Bloco Democrático, assim como a organizações da sociedade civil. Contudo, apenas o Bloco Democrático e representantes da sociedade civil responderam positivamente ao apelo.
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