Quando o Presidente da República, João Lourenço, assumiu as rédeas do país em 2017, Angola enfrentava uma conjuntura económica particularmente desafiadora.
A que da abrupta do preço do petróleo nos mercados internacionais havia exposto, de forma crua e implacável, as fragilidades estruturais de uma economia construída sobre alicerces frágeis: a dependência excessiva de um único recurso natural, a vulnerabilidade externa, a reduzida capacidade produtiva interna e o desemprego jovem em níveis preocupantes.
Perante este diagnóstico, o Presidente João Lourenço definiu uma visão clara e uma estratégia firme: diversificar a economia angolana, colocar a indústria transformadora no centro do desenvolvimento nacional e criar as condições para que o país pudesse, finalmente, produzir o que consome, gerar emprego para os seus jovens e afirmar-se como uma potência económica regional.
Passados nove anos, os resultados dessa visão estratégica estão à vis ta de todos. E não são promessas ou intenções – são factos concretos, números objectivos e projectos realizados que demonstram, de forma inequívoca, que Angola está a mudar.
Por: JOAQUIM JAIME








