O Sindicato dos Jornalistas Angolanos e o MISA-Angola, promotores do Prémio Liberdade de Imprensa, escolheram a província do Bié para a gala que prestigia os jornalistas e os órgãos que se destacaram no que a liberdade de imprensa diz respeito. Na presente edição, com alteração do critério das candidaturas, o prémio foi a título póstumo para o jornalista Fernando Chicapa, da RNA-Bié e ao Novo Jornal.
No âmbito da edição de 2026, a coordenação do prémio decidiu atribuir duas distinções honoríficas. Uma homenagem póstuma foi concedida ao jornalista Fernando Chicapa, da Rádio Nacional de Angola, na província do Bié, que morreu vítima de acidente de viação, em Fevereiro do presente ano. Enquanto o jornal Novo Jornal foi igualmente distinguido pelo seu contributo no que a liberdade de imprensa diz respeito.
As menções foram entregues durante as celebrações do Dia da Liberdade de Imprensa, realizadas na cidade do Cuito, província do Bié.
A organização felicitou os homenageados e apelou aos interessados a acompanharem a divulgação do novo regulamento, que deverá ser disponibilizado nos próximos dias.
A coordenação do Prémio Liberdade de Imprensa anunciou mudanças no regulamento de candidatura e admissão de concorrentes, na sequência de sugestões e críticas recebidas ao longo das edições anteriores.
De acordo com a organização, a principal alteração passa pela eliminação das auto-candidaturas. A partir desta edição, apenas serão aceites propostas apresentadas por terceiros (individuais ou colectivos) devidamente fundamentadas e centradas na contribuição do candidato para a promoção da liberdade de imprensa no país.









