As 29 vítimas mortais viviam em vários bairros e comunas, como Kipetelo, Matanga, Balaca, Gombe, Kifuto e Cana-Cassala, este último palco oficial das despedidas, que contam com a presença da comunidade local, autoridades tradicionais, membros do Governo e outros curiosos que, ontem, saíram de Luanda e Uíge para prestarem solidariedade às famílias que viram os seus membros perderem a vida durante a exploração ilegal de ouro na Aldeia de Missaxi, município de Nambuangongo, província do Bengo
Num ambiente de profunda tristeza, rostos amargura dos e inconsoláveis, começaram a ser sepultadas, ontem, na comuna de Cana-Cassa la, parte das 29 vítimas mortais do deslizamento de terra que ocorreu no município de Nambuangongo, província do Bengo.
As vítimas, maioritariamente jovens dos 18 aos 40 anos de idade, perderam a vida no último Sábado, 23, quando tentavam explorar ouro numa mina ilegal, que fica no interior da Aldeia do Missaxi.
Muitos dos falecidos eram jovens desempregados que encontravam na exploração ilegal de ouro a única via de sobrevivência, sustentando agregados extensos.
As vítimas viviam em vários bairros e comunas, como Kipetelo, Matanga, Balaca, Gombe, Missaxi e Cana-Cassala, este último palco oficial das despedidas, que contaram com a presença da comunidade local, autoridades tradicionais, membros do Governo e outros curiosos que saíram de Luanda e Uíge para prestarem solidariedade às famílias.
Foi no campo multiuso de Cana-Cassala onde foram perfilados parte dos caixões, momentos antes de partirem para o cemitério da região, onde foram depositados os restos mortais da tragédia de Sábado último.









