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Ordem de demolição do Lote-1 do prenda “ressuscita” braço-de-ferro entre moradores e GPL

Domingos Bento por Domingos Bento
31 de Agosto, 2023
Em Sem Categoria

Insatisfeitos com os resultados do edifício, que recebeu “luz verde” para ser demolido, os moradores, contabilizados em 41 famílias, que estão desde o dia 22 do mês de Abril fora dos imóvel, garantem não ter recebido uma notificação oficial do LEA, razão pela dizem desconfiar do comunicado e reforçam a objecção em relação ao Mayé-Mayé, urbanização indicada pelas autoridades para os albergar

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O comunicado do Laboratório de Engenharia de Angola (LEA), que concluiu que, pelo elevado grau de risco por instabilidade e insegurança estrutural, é aconselhável a demo- lição do edifício Lote-1 do Prenda, na Maianga, voltou a crispar a relação entre os moradores da Zona e o Governo Provincial de Luanda. Insatisfeitos com os resultados do prédio, que recebeu “luz verde” para ser demolido, as mais de 41 famílias que habitam o imóvel, afastados do mesmo deste 22 do mês de Abril, garantem não ter recebido qualquer notificação oficial do LEA, razão pela qual dizem desconfiar do comunicado.

Yuri Pinto é o presidente de moradores do Lote-1 do Prenda. Preocupado e “com a vida ao avesso”, como o próprio considera estar ele e os demais moradores, disse, em declarações a OPAIS, que a comunicação sobre a “ordem” de demolição do prédio lhes foi passada pela Administração Municipal de Luanda, entidade que, segundo o munícipe, desde o primeiro dia mostrou não ter competência sobre o assunto.

De acordo com Yuri Pinto, uma vez que a administração municipal de Luanda tem demostrado estar fora do alcance da solução desde o dia em que os moradores foram evacuados, devido ao abano nas estruturas do prédio, não seria também esta entidade a passar-lhes a informação sobre uma futura demolição do edifício. “Não acreditamos nesse comunicado, porque a Administração de Luanda tem dito que a nossa situação é um assunto que ultrapassa a sua competência. Logo, não pode ser ela a nos dar a informação, até por uma questão de respeito”, apontou o representante das 41 famílias que habitavam no Lote-1.

Exigência

Com um clima tenso, por não puderem regressar ao edifício, que era o sonho da larga maioria dos moradores, exigem melhor explicação do LEA com os respectivos laudos e comprovativos que atestam que a solução do Lote-1 do Prenda passa, unicamente, pela sua demolição.

Não ao mayé-mayé

Os moradores voltaram a dizer não a uma possível ida ao Mayé- Mayé, urbanização indicada pelas autoridades para albergar as 41 famílias. Representando a voz dos moradores, Yuri Pinto reafirmou que a urbanização, localizada no municio de Cacuaco, não tem as mínimas condições para albergar os populares, referindo-se ainda à distância que, no seu entender, é outro dos impasses. De acordo com o Yuri Pinto, a urbanização do Mayé-Mayé carece de vários serviços básicos, desde escolas, hospitais, vias e outras condições indispensáveis a uma vivência harmoniosa. “Não negamos abandonar o Prenda, mas pelo Mayé-Mayé não. Aquilo não tem nada. Se formos para lá será uma vida difícil. E não queremos isso para os nossos filhos”, explicou.

Dialogar com as famílias

O administrador-adjunto para Área Técnica do município de Luanda, José Bessa, garantiu que a sua instituição vai continuar a dialogar com as famílias no sentido de convencê-las a seguirem para o Mayé-Mayé. Segundo José Bessa, as autoridades continuam abertas para negociações, pelo que as famílias devem alinhar sempre para o diálogo para a resolução de quaisquer impasses ou entendimentos. Em relação à situação do Mayé-Mayé, José Bessa assegurou que as condições estão criadas para que as famílias sigam para aquela urbanização, devendo, apenas, os moradores tomarem uma atitude para o efeito.

Por outro lado, José Bessa reconheceu as dificuldades que as famílias estão a passar, desde que foram forçadas a abandonar o prédio, mas apelou para o bom senso dos moradores em aceitarem o Mayé-Mayé para se ultrapassaro impasse que perdura há meses. De referir que, no passado dia 22 do mês de Abril, 41 famílias foram evacuadas do edifício n.º 1 dos lotes do Prenda depois de se ter registado vibrações na sua estrutura e constatado um ris- co iminente de desabamento.

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