É impossível passar pelas ruas do município de Calumbo, na província de Icolo e Bengo, e não dar de frente com o lixo que cercou as principais entradas e saídas do Zango, situação que vem retirando a paciência dos moradores que temem pela sua saúde. As autoridades locais asseguram dias contados para o fim dos resíduos, com o reforço de meios de recolha. Já o médico Jeremias Agostinho alerta para o perigo iminente à saúde pública, sobretudo com aumento dos casos de malária, que só no ano passado teve um saldo de mais de 12 milhões de ocorrências
É um verdadeiro banho de lixo; é assim que está a ser caracterizado todo o perímetro do Zango, no município de Calumbo, província de Icolo e Bengo. A situação no Zango se agrava a cada dia, com a acumulação de resíduos a comprometer não apenas a estética da área, mas principalmente a qualidade de vida dos moradores.
O lixo, que deveria estar acantonado em contentor, para na sequência seguir para o aterro sanitário, tomou conta das ruas, passeios, estradas, espaços públicos, estabelecimentos comerciais e outros locais de grande movimentação.O problema não é novo, perdura há mais de um ano, sobretudo desde a alocação do Zango ao município de Calumbo, província de Icolo e Bengo, no âmbito da nova Divisão Político- Administrativa, em vigor desde 2025.
Entretanto, face à problemática, é impossível passar pelas ruas do Zango e não dar de frente com o lixo que cercou as principais entradas e saídas do Zango 0, 1, 2, 3, 4, 5 e Centralidade 8 mil. Neste último ponto, o lixo espalhado no chão produz moscas que invadem os apartamentos, entram em contacto com o interior das residências, situação que vem retirando a paciência dos moradores, que temem pela sua saúde.
POR: Domingos Bento e Onésimo Lufuankenda
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