José Eduardo dos Santos, que se estivesse vivo assinalava 83 anos, foi recordado ontem, em missa de três anos da sua morte, com carinho e bastante respeito como pai, irmão, marido, amigo e, sobretudo, como “bom patriota” que o país viu nascer e que fez da paz uma das suas causas mais nobres, cujos angolanos são gratos eternamente
Num dos seus últimos pedidos públicos, José Eduardo dos Santos manifestou o desejo de ser lembrado como um “bom patriota”. Entretanto, corridos três anos da sua morte, assinalada a 8 de Julho de 2022, em Barcelona, Reino da Espanha, ontem, centenas de pesso- as juntaram-se numa eucaristia solene para lembrá-lo com carinho e bastante respeito como pai, irmão, marido, amigo e, sobretudo, como o “bom patriota” que o país viu nascer em 1942.
Na missa, celebrada pelo reverendo Cónego Apolónio Graciano, na tenda, defronte ao seu jazigo, contou com a presença da sua viúva, Ana Paula dos Santos, familiares, parte dos filhos, antigos companheiros e amigos, público e membros do Executivo, com realce para o ministro de Estado e chefe da Casa Militar do Presidente da República, Francisco Furtado.
Com a animação do grupo Coral de Santa Teresinha do Menino Jesus, que entoaram harmoniosamente canções que enaltecem o amor, a celebração eucarística foi toda vivenciada com orações e súplicas a pedir que Deus guarde e cuide da alma de José Eduardo dos Santos que, três anos depois, os seus mais próximos não se contentam com a sua partida e falam da saudade e o vazio que deixou pela sua simplicidade, humanismo e que soube retirar, com sabedoria, o país dos escombros.
POR: Domingos Bento com agências
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