A vacinação é uma forma segura de prevenir doenças. É um escudo individual e colectivo. Ajuda o sistema imunológico a reconhecer e a combater epidemias. Salva vidas e melhora as condições de saúde pública.
Por isso, os governos criam condições para o efeito. Políticas e acções concretas permitem que os cidadãos tenham acesso às campanhas de vacina.
Grandes laboratórios entram nesta corrida. Basta olhar para o quadro da poliomielite. Campanhas cerradas permitiram reduzir drasticamente os casos no continente africano.
Isto mostra o compromisso que se tem com o desenvolvimento sustentável. Neste sentido, para dar resposta aos frequentes casos de malária, Angola vai introduzir, ainda este ano, a vacina contra esta doença. Será uma arma forte e segura para a vida dos cidadãos.
Para o efeito, fornecedores internacionais, no plano das parcerias público-privadas, estabelecem contactos com o Executivo angolano e a Global Aliança para as Vacinas (GAVI).
Assim, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, à imprensa, reconheceu que a malária continua a representar um dos maiores desafios de saúde pública em Angola. Enalteceu também o acesso ao diagnóstico e ao tratamento nos hospitais públicos.









