OPaís
Ouça Rádio+
Qua, 28 Jan 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

Remontada dos dias: da vida à repreensão, incentivos, imperativos de viver, na música de Sininade vs Delero King “deixa a vida me levar”

Jornal Opais por Jornal Opais
23 de Janeiro, 2025
Em Opinião

Apresente abordagem visa demonstrar a preocupação de Delero King para com a juventude angolana cujo estilo artístico de inclinação das suas músicas assenta-se, principalmente, no Kuduro.

Poderão também interessar-lhe...

“O salário já caiu!”

Aumento do unilateralismo

É de hoje…Lundas já não ficam longe

O Kuduro é, ademais, autóctone, visto como um estilo musical marginal, ou seja, entende-se como género musical dos delinquentes. Ele é típico, nato, próprio de Angola.

A música “Deixa a vida me levar” não deve ser visto na perspectiva de incentivo à vaidade (festas, bebidas, drogas), para Delero King, ela demostra o acordar da própria existência, o sirene dos chips adormecidos, o hoje não pode servir para o amanhã. Diante disso, deve-se, muito antes, viver a vida, ela é uma substância frágil, capaz de se desdobrar facilmente pelo repentino sopro.

O viver, ao ver de Delero King, está, por regra, consubstanciado no desenvolvimento dos seres humanos na relação de festejos que envolve álcool, gasosa, comida, música e afins.

Entretanto, os devaneios da vida impõe-nos às aventuras para aprendermos a viver tudo ou nada, “no nada” encontramos os sentidos que nos levam à profunda distração do que nos acomete—fardos, pedras, tempestade; “no tudo” oferece-nos, igualmente, tudo na base do aproveitamento da própria vida—aventuras, devaneios, festas, bebidas alcoólicas, mas a atenção da vida deve estar voltada ao estopim de realizações (formações académicas, casa, família, carro).

Como afirmarmos anteriormente, a presente abordagem sobre “Deixa a vida me levar” não deve(rá) ser tomado como incentivo às banalidades, isto é, reinar a vida no porto da arruaça.

Outrossim, o gozo da vida é, naturalmente, ao meu ver, na adaptação da música “Deixa a vida me levar”, vivida por dois banquetes: a) Vida subjectiva‐ remonta o individualismo àqueles que seguem itinerário da vida sem muita relevância voltada às realizações, sim ou não. b) Vida Objectiva- remonta um colectivo com perspectivas acérrimas da vida grafada de visão ampla de mundo, voltado às realizações, aventuras e devaneios imposta pela própria vida.

Importa referir, efectivamente, que o Delero King traz, na sua música, um sirene para acordar a sociedade sobre a vida de que ela não se resume às realizações (Formações académicas), mas é engolir as circunstâncias do parto dos dias—manhã, tarde, noite.

Ademais, Delero King levanta, na sua música, realizações, gozo, aventuras, estas devem ser prioridades, depois a vida pode levar o homem. Destarte, enfatiza ser filho do processo, hoje por hoje, depois da tempestade que passou, nenhum sereno pode molhá-lo.

Beba, namore, estude, embora buscar conciliar os três aspectos não são para todos, após término dos três aspectos, a vida pode levar-te à vontade.

Reforço, “Deixa a vida me levar” não é contextualizado no desvirtuar da vida na perspectiva de banalidades exageradas porquanto as realizações e fazer futuro devem estar concatenados na base de TER. Antes que se arrume às papeladas, convoco o Khilson Khalunga, meu amigo, para dar derradeiro ao texto: — A vida adulta é ilusão dos homens.

 

Por: Vânio Mwandumba 

Jornal Opais

Jornal Opais

Recomendado Para Si

“O salário já caiu!”

por Jornal OPaís
28 de Janeiro, 2026

Salário. O dinheiro que já está na conta. Aquela sensação de alívio que locupleta o trabalhador cansado e que estava...

Ler maisDetails

Aumento do unilateralismo

por Jornal OPaís
28 de Janeiro, 2026

Por conta de interesses prioritários de alguns países, o unilateralismo, política externa adoptada para tomar decisões isoladas, coloca em segundo...

Ler maisDetails

É de hoje…Lundas já não ficam longe

por Dani Costa
28 de Janeiro, 2026

Há alguns anos, li num livro de um autor brasileiro sobre marketing político, que nas campanhas eleitorais as promessas valem...

Ler maisDetails

Carta do leitor: Cheiro horrível “nos armazéns” do Zango I

por Jornal OPaís
28 de Janeiro, 2026

Ao coordenador do jornal OPAÍS, saudações e votos de óptima Quarta-feira! A venda a grosso ou a retalho de produtos...

Ler maisDetails

Angola ajuda vítimas das enchentes em Moçambique

28 de Janeiro, 2026

Agência Nacional de Petróleo reitera compromisso com transição energética

28 de Janeiro, 2026

Angola reitera apreensão com aumento do unilateralismo

28 de Janeiro, 2026

Futsal: Pavilhão da Cidadela com enchente impressionante no jogo amistoso entre Selecção Nacional e Coprat

28 de Janeiro, 2026
OPais-logo-empty-white

Para Sí

  • Medianova
  • Rádiomais
  • OPaís
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos

Radiomais Luanda

99.1 FM Emissão online

Radiomais Benguela

96.3 FM Emissão online

Radiomais Luanda

89.9 FM Emissão online

Direitos Reservados Socijornal© 2026

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.