BFA AIMC Bitur BFA SB SB FIB BANCO BAI
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Sex, 6 Nov 2026
OPAÍS
Em directoOuvir a Rádio Mais em directo
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
    • PUBLICAÇÕES
OPAÍS
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
    • PUBLICAÇÕES
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPAÍS
Kumbu No Bolso Kumbu No Bolso Kumbu No Bolso

Prémio literário ngandu como handcap para canonização de escritores no cenário livresco benguense

Jornal OpaisPor Jornal Opais
17 de Junho, 2024
Em Opinião
0
Tempo de Leitura: 3 mins de leitura
Prémio literário ngandu como handcap  para canonização de escritores  no cenário livresco benguense

A discussão sobre a composição do cânone literário é vasta e polêmica. Como se sabe, a manutenção do cânone literário faz-se necessária, tanto para os escritores que almejam um dia participar desse selecto grupo, quanto para os leitores.

Normalmente, quando se discute sobre o cânone, há um conjunto de escritores e obras que ficam descartados, pois, o cânone serve como que uma bússola para novos escritores e um protótipo de escrita para os leitores.

A existência do cânone dá aos leitores uma espécie de plano de leitura, que pode ou não ser seguida, e caso seja seguida pode e deve ser questionada.

O cânone não é somente uma lista de autores e obras, é uma referência para os leitores. Assim sendo, cânone literário é um conjunto de livros considerados como referência num determinado período, estilo ou cultura.

Entretanto, como se sabe, o cânone literário é composto de obras que são consideradas sagradas e os prémios literários constituemse como handcap para a canonização de obras e escritores.

Nesta senda, tratando-se da província do Bengo, é mister abordar sobre o prémio literário Ngandu, com duas edições, sendo único prémio na província com mais de uma edição, como icecap da canonização de obras e escritores na província do Bengo, no âmbito da regionalização do cânone literário.

O Prémio Literário Ngandu, instituído pelo portal Diário do Bengo (DBO), destina-se a promover e divulgar a cultura benguense e estimular a produção de obras literárias em língua portuguesa ou bilíngue e todo e qualquer concurso literário constitui-se como montra para se descobrir novos nomes e suas potencialidades.

A primeira edição foi vencida pela obra Coléricus, de Mignaldo, em 2022, e a segunda, pela obra Yolela, de Zaki Wamai, em 2024.

Sobre as duas obras vencedoras, destacam-se dois comentários importantes. Para José Manuel, prefaciador do livro Coléricus, se os políticos ouvissem os poetas, menos dificuldades teriam no exercício das suas actividades.

Pois, como defensor da maioria desprotegida, o poeta grita as injustiças, apontando caminhos solúveis. A poesia angolana contemporânea apresenta-se marcada por laivos de narração.

O poemário de Mignaldo, a olhar para os verbos de acção e pelos conectores, nota-se a narração da cólera que impede o desenvolvimento humano dos benguenses, em particular, e dos angolanos, em geral.

Trata-se de um poemário que reflecte a realidade de um território que tudo tem para dar certo desde que se adoptem medidas assertivas e inclusivas.

Quanto à segunda edição, António Kutema, no prefácio da obra Yolela, a firma que Yolela destaca a presença da província do Bengo como espaço ficcional, com uma narrativa voltada à contribuição na preservação cultural de Angola e dos angolanos num contexto das relações líquidas e virtuais, onde as mudanças são cada vez mais urgentes.

Entretanto, é possível dividir a narrativa em quatro momentos: o respeito pela entidade máxima, o sobado, na resolução de conflitos, pois, “ficou reservado para si a responsabilidade de fazer a circuncisão” (pode-se ler no conto Moxi); desobediência das meninas ao irem ao rio Dikwato sem o conhecimento e consentimento dos pais, a união dos povos após a morte da personagem Mbombo e, por fim, transformação da adolescente Yolela em líder comunitária.

 

Por: António Kutema

Leia Aqui NEE Leia Aqui NEE Leia Aqui NEE

Relacionados - Artigos

A linguagem universal do futebol

Não basta vender os direitos do Girabola, é preciso oferecer qualidade

6 de Novembro, 2026
Poder da palavra na concórdia universal

Poder da palavra na concórdia universal

6 de Novembro, 2026
Clima e preço do prato: como a seca e as chuvas ditam a inflação alimentar?

Festas de fim de ano: como celebrar sem entrar no vermelho em Janeiro

6 de Novembro, 2026
A Competência não basta

Como se constroem boas equipas?

6 de Novembro, 2026
É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Esquerda ou direita? Vote só!

6 de Novembro, 2026
A conformidade que se prova abre portas

A conformidade que se prova abre portas

5 de Novembro, 2026
Carregar Mais
Bitur Bitur Bitur

Maís Populares

  • PR de Moçambique visita Rússia com encontro com Putin na agenda

    PR de Moçambique visita Rússia com encontro com Putin na agenda

    Partilhar
    Partilhar Tweetar
  • Assaltos em Luanda 3 regressa ao cinema com abordagem sobre o tráfico de combustíveis

    Partilhar
    Partilhar Tweetar
  • Jurista propõe ao Executivo novo modelo de crédito à habitação

    Partilhar
    Partilhar Tweetar
  • MPLA confirma João Lourenço para o congresso de Dezembro

    Partilhar
    Partilhar Tweetar
  • Médicos angolanos asseguram 70% das cirurgias robóticas no CHDCP

    Partilhar
    Partilhar Tweetar
Siga OPAÍS no WhatsApp
Publicidade

Relacionados - Artigos

A linguagem universal do futebol

Não basta vender os direitos do Girabola, é preciso oferecer qualidade

Por Jornal OPaís
6 de Novembro, 2026

...

Poder da palavra na concórdia universal

Poder da palavra na concórdia universal

Por Jornal OPaís
6 de Novembro, 2026

...

Clima e preço do prato: como a seca e as chuvas ditam a inflação alimentar?

Festas de fim de ano: como celebrar sem entrar no vermelho em Janeiro

Por Jornal OPaís
6 de Novembro, 2026

...

A Competência não basta

Como se constroem boas equipas?

Por Jornal OPaís
6 de Novembro, 2026

...

É de hoje… A punição do comerciante guineense

É de hoje… Esquerda ou direita? Vote só!

Por Dani Costa
6 de Novembro, 2026

...

A conformidade que se prova abre portas

A conformidade que se prova abre portas

Por Jornal OPaís
5 de Novembro, 2026

...

Carregar Mais
Artigo Seguinte
Academia  do Empreendedor aposta na formação  do Agro-negócio

Academia do Empreendedor aposta na formação do Agro-negócio

Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Bem-vindo de Volta!

Entre para a sua conta abaixo

Esqueceu a Palavra-passe?

Recuperar palavra-passe

Por favor, insira o seu nome de utilizador ou endereço de correio-electrónico para reposição da sua palavra-passe.

Entrar
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • POLÍTICA
  • ECONOMIA
  • SOCIEDADE
  • CULTURA
  • MUNDO
  • DESPORTO
  • MAIS
    • OPINIÃO
    • ENTREVISTA
    • EDITORIAL
    • SAÚDE
    • ÁFRICA
    • CIÊNCIA e TECNOLOGIA
    • CRÔNICA de DANI COSTA
    • JUSTIÇA
    • REPORTAGEM
    • PUBLICAÇÕES
Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.