Para a estabilidade da África Austral, a paz na República Democrática do Congo (RDC) é um imperativo. A circulação de pessoas e bens garante crescimento e desenvolvimento na região.
Por isso, Angola e outros Estados, dentro e fora do continente africano, têm sido peças fundamentais para o calar das armas no Leste do então Zaíre com o Ruanda de Paul Kagame. No ano passado, a melhor notícia chegou aos cidadãos dos dois países, a assinatura dos acordos de paz, nos Estados Unidos da América (EUA), na presença de países convidados. Volvidos alguns dias, o Ruanda violou os acordos.
Para apelar a consciência do Presidente Ruandês, Paul Kagame, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, acusou o país das mil colinas de não cumprir o que foi assinado.
Em razão disto, propostas interessantes para a conquista da paz estão em andamento; no entanto, o facto foi avançado ontem pelo Presidente da RDC, Félix Tshikedi, após o encontro que manteve em Luanda com o seu homólogo João Lourenço.
No Leste da República Democrática do Congo (RDC), o epicentro do conflito entre os dois países, que já se arrasta há alguns anos, Tshisekedi adiantou que “é uma guerra que nos foi imposta”.









