EMPEMA-ENSA BANCO BAI SOCIJORNAL SOCIJORNAL
OPaís
Ouça Rádio+
Seg, 29 Jun 2026
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

O desenvolvimento não se compadece com a lei do menor esforço

Jornal Opais por Jornal Opais
9 de Fevereiro, 2018
Em Opinião

Warning: Trying to access array offset on false in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 70

Warning: Trying to access array offset on false in /home/opaisao/public_html/wp-content/themes/jnews/class/Image/ImageNormalLoad.php on line 73

O país está a viver um momento crucial na sua história. Na verdade, está-se perante uma encruzilhada que remete o executivo actual a optar por uma de duas hipóteses: · Conformar-se e decidir dar continuidade a erros do passado, gerando política difíceis de serem executadas e sem indicadores mensuráveis e claros de monitoria e fiscalização; ou ·Começar a materializar as reformas que se impõem, chamando a si a responsabilidade para o efeito, assumindo por isso os sacrifícios inerentes e marcar, desta forma, a história de Angola. Angola é sim um país que tem tudo para dar certo, mas para isso precisa olhar para dentro de si e encontrar as soluções dos seus principais problemas, por via da inclusão do Cidadão, em todo o seu processo de reformas.

Poderão também interessar-lhe...

O futuro não se espera – investe-se

CONTOS D’OUTROS TEMPOS: Lavar a honra – Vidas de Ninguém (XXV)

A linguagem universal do futebol

POR: JOSUÉ CHILUNDULO

Os modelos mais comuns de desenvolvimento sugerem a endogeniedade dos processos, isto é, após um diagnóstico evidente das forças e fraquezas a disposição, geram-se oportunidades internas que, a curto e médio prazo, podem produzir resultados. O debate actual e factual chama para si a valorização dos “recursos produtivos locais” como condição sem qual não acontece a transformação dos indicadores socio-políticos, socioeconómicos e socio-demográficos. Nestes termos, para nossa realidade, o angolano precisa de ser o actor e o factor de transformação. Os processos de produção precisam deixar de ser meramente formais para passarem a ser reais. O caminho para a transformação passa por se elevar a agricultura para além dos formalismos do ano agrícola (distribuição de imputes agrícolas); O comércio precisa ser generalizado com retiradas de bloqueios burocráticos e o sector petrolífero precisa caminhar para o desenvolvimento da indústria petroquímica.

A exploração das valências comerciais locais e o estabelecimento de uma plataforma logística funcional (construção de vias de comunicação e centros agropark’s), aumentaria a produtividade económica, e induziria o aumento do grau de diversificação produtiva. A diversificação produtiva, resultará da capacidade coordenada de se estimular o investimento, seja naturalmente por expectativas de lucros, seja por alguma interferência exógena/subjectiva sobre as decisões dos agentes económicos; Assim, faz-se urgente e necessária uma reflexão sobre que alterações deverão ser executadas, para que se criem condições no mercado interno, decorrentes do fluxo dos investimentos públicos e não só, que estimulem, ao mesmo tempo, as expectativas dos potenciais investidores. Nestes termos, as premissas da pesquisa de Richard Thaler, economista norte-americano que recebeu o prêmio Nobel de Economia de 2017 e um dos primeiros estudiosos a unir a economia à psicologia, pode servir de base para o começo do debate interno.

Segundo ele, “os seres humanos/ investidores não são sempre racionais e que suas escolhas baseia-se em questões subjetivas e culturais – muitas vezes, esses factores podem pesar até mais do que a racionalidade”. A linha de pesquisa de Thaler, conhecida como economia comportamental, humaniza a economia e mostra que o comportamento das pessoas afecta movimentos na economia que não podem ser previstos ou explicados pelas diferentes teorias económicas. Os “decisores da política económica” precisão perceber que, de certa forma, a decisão de se investir no mercado nacional, por nacionais ou estrangeiros, não se circunscreve a posicionamentos meramente económicos; É preciso salvaguardar a igualdade de oportunidades e um maior respeito da propriedade e iniciativa privada que ultrapassem o “formal”, como requisitos necessários e suficientes para uma sociedade ser “distributivamente” mais justa.

A multidimensionalidade do conceito de desenvolvimento, que inclui, por exemplo, melhorias nos indicadores sociais, remete-nos a processos de transformação estrutural, no qual, o aumento da produtividade não se compadece com a “ lei de menor esforço”; Esse raciocínio transpõe-se, facilmente, para uma carteira de liberdades e benefícios a serem divulgados, para que os investidores se sintam estimulados a pensar Angola. O que quer dizer que, a viabilização da oferta elástica de trabalho, passa, por exemplo, pela elevação de subsídios fiscais que estimulem o aumento do emprego no sector privado e aumentem os retornos crescentes de escala nos diferentes sectores. Um dos desafios a ser enfrentado na área do desenvolvimento económico local, nos próximos tempo, em Angola, tem sido a apreciação empírica do tema “recursos produtivos locais”.

A estratégia passa por utilizar a composição do PIB municipal (com destaque à indústria e serviços), para se lidar com o tema de economias de diversificação. Por outro lado, procura-se enfatizar, por meio desses indicadores, mecanismos que operem intrinsecamente no âmbito de economias locais, ainda que não se neguem suas relações com áreas exteriores (dentro e fora do país). Em busca da melhor captação desses mecanismos, tem-se por orientação a selecção de espaços descentralizados, com o intuito de que se aproximem tanto quanto possível da ideia de pequenas economias ao longo do espaço nacional. Na actualidade, defende-se cada vez mais, as reformas com foco na competitividade, que simplifiquem o sistema e desonerem os investimentos e as exportações e, acima de tudo, cumpram com os principais requisitos indispensáveis a um Sistema Tributário Eficiente.

Urge um esforço massivo para reavaliação e requalificação da actual diversificação tributária, da simplicidade dos processos administrativos, da garantia de estabilidade das normas existentes, da preservação dos direitos e das garantias dos contribuintes, da transparência, segurança jurídica e dos prazos de recolhimento dos tributos. Precisamos, acima de tudo, reproduzir boas práticas das diferentes experiências de sucesso e adapta- las, com todo rigor a nossa realidade, enquadrando as nossas práticas num sistema estável, com características expansionistas, suportado por um maior equilíbrio das contas públicas, ao mesmo tempo que permitirá uma maior estabilização económica dos diferentes agentes económicos (famílias, empresas e o sector produtivo do Estado). Impõe-se que assim seja… O País merece e Nós agradecemos!

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

O futuro não se espera – investe-se

por Jornal OPaís
26 de Junho, 2026

Vivemos numa época em que as pessoas procuram resultados rápidos, soluções imediatas e retornos instantâneos. No entanto, a experiência demonstra...

Ler maisDetails

CONTOS D’OUTROS TEMPOS: Lavar a honra – Vidas de Ninguém (XXV)

por Domingos Bento
26 de Junho, 2026

Ninguém caiu na conversa do Abe lardo quando veio insinuar que o velho Mbuta era bruxo. — Não é possível....

Ler maisDetails

A linguagem universal do futebol

por Jornal OPaís
26 de Junho, 2026

Há muito que o futebol deixou de ser apenas um jogo disputado por 22 jogadores dentro de um campo. Há...

Ler maisDetails

É de hoje… Até Dezembro, camaradas

por Dani Costa
26 de Junho, 2026

Há poucos anos, o comum era os adversários apontarem o MPLA como sendo um suposto exemplo de falta de democracia...

Ler maisDetails

‎Apreendidos mais de mil litros de combustível contrabandeado no Luau‎

28 de Junho, 2026

‎DIIP detém dois cidadãos em posse de mais de 70 sacos de estupefacientes no Cazenga

28 de Junho, 2026

‎Detidos cidadãos implicados no homicídio de um agente da polícia na Ingombota

28 de Junho, 2026

‎Benguela lança mais de 900 licenciados ao mercado de trabalho‎

28 de Junho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Mundial 2026
  • AngoTic
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
  • Desporto
  • Mundo
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.