A notícia avançada por OPAÍS, ontem, sobre o cultivo em Cabinda de café, cacau e palma, é a revelação perfeita do tempo que o país perdeu acomodado aos dinheiros do petróleo. O facto de estas produções estarem a avançar em Cabinda ganha um outro significado, sabendo- se que a província tem o seu nome intimamente associado ao ouro negro. Com efeito, tanto o cacau quanto o café, são produtos com grande peso no mercado internacional e não há indícios de que o seu preço venha daí abaixo nos próximos tempos, antes pelo contrário, podem representar óptimas opções para as exportações. Angola, decididamente, tem apenas de se decidir a trabalhar para se tornar mais rica. Por aqui, riquezas é que não faltam.
O mundo em anarquia: a voz de Angola no último baluarte do multilateralismo
O discurso do Presidente João Lourenço na 81ª Assembleia-Geral das Nações Unidas, profe rido a 22 de Setembro de 2026,...











