Nos dias que correm, o avanço da economia depende das tecnologias de informação. A indústria convencional, o agro-negócio e outros serviços são, no bom sentido, reféns do sinal da internet. Esta comunicação deve ter qualidade e eficiência.
Para acelerar este processo, um cabo submarino doméstico das cidades costeiras vai apoiar a rede terrestre de fibra óptica do país. Por ser um bem comum, agentes públicos e privados desenvolvem parcerias para tornar o projecto uma realidade.
Em curso, estará a caminho um programa de conexão para os países vizinhos. Com esta dinâmica, Angola pretende ser o centro das tecnologias de informação na África Austral. Importa realçar que o programa espacial nacional, com o Angosat2, será o expoente máximo.
Os projectos em causa terão outras valências. O saber escolástico, rumo à modernidade e não só, estará bem servido. É ponto assente que a investigação garante respostas firmes em várias áreas do saber.
À margem da cerimónia de lançamento da ZAP Fibra na província de Benguela, o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Oliveira, frisou que “estamos a trabalhar neste momento num satélite de observação da terra que terá outras valências para servir a economia e os cidadãos nacionais”.




