“Numa economia onde o Estado faz tudo é normal haver dívida fraudulenta”, disse o economista Yuri Quixina, no programa Economia Real da Rádio Mais, semanalmente retomado pelo jornal OPAÍS na sua secção de Economia. E é verdade. Quando o Estado é executor, dono, e comprador principal, ou se trata de uma sociedade absolutamente moralizada, ou todas as frestas serão aproveitadas para os que lhe servem apresentam facturas que não correspondem ao serviço feito. Em Angola, uma sociedade moralmente imperfeita, desestruturada em muitos aspectos, a mão aproveitadora tende a amealhar. Não é segredo, isto acontece. Mas pode-se combater, reforçando o sector privado, reforçando o controlo, a fiscalização e a transparência. Mas tendo também mão dura sobre os prevaricadores, em nome do povo que prejudicam.
Editorial: Bons vento Cabinda
Cabinda é um dos destinos que gostaria de visitar sempre. Sinto-me bem nesta província situada a Norte do país. Mas,...











