EMPEMA-ENSA BANCO BAI SOCIJORNAL SOCIJORNAL
OPaís
Ouça Rádio+
Sáb, 6 Jun 2026
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Vídeos
    • Publicações
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Jornal O País
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Vídeos
    • Publicações
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
Ouça Rádio+
Jornal O País
Sem Resultados
Ver Todos Resultados

E se eu pudesse emigrar?

Jornal Opais por Jornal Opais
3 de Junho, 2024
Em Opinião

No contexto actual, a maioria dos pacatos cidadãos, senão todos, anseiam por uma oportunidade no exterior, o que tem sido uma prática activa em todo lado do nosso território nacional.

Poderão também interessar-lhe...

PROPRIV e o cidadão: o que as privatizações significam para si?

Ser originário do Cazenga já foi asqueroso

Proteger as histórias africanas da ameaça da pirataria

Dentre as várias causas, destaca-se a procura de melhores condições de vida, relativamente à saúde, empregabilidade, formação por excelência, segurança pública, fluidez na circulação rodoviária.

Pelo que se constata, a nossa camada juvenil tem lutado, todos os dias, por uma vida diferente da sua pátria, pois na situação em que nos encontramos não tem facilitado na concretização dos nossos desideratos, enquanto cidadãos comprometidos com o desenvolvimento sustentável de toda população angolana.

O que dizer de uma família que ainda luta para, pelo menos, uma refeição ao dia? É essa Angola que nós queremos: nua e crua? Precisamos de mais seriedade e atenção à vida da nossa população que, incansavelmente, trabalha para a sua sobrevivência familiar, mesmo com as adversidades recorrentes no nosso dia-a-dia.

Sim, deve-se trabalhar mais na valorização do estado de saúde e de trabalho dos nossos resilientes trabalhadores, sob pena de caírem no abismo. Então, todos merecem, enquanto cidadãos de direitos e deveres, uma vida digna para o seu desenvolvimento pessoal que, a posterior, se vá reflectir na colectividade.

Metaforicamente, quando os progenitores não têm o melhor para a sua família, os filhos recorrem para fora, como forma de conseguirem aquilio de que precisam; para que não vivam insatisfeitos a vida toda.

De facto, a má-vontade política acaba por influência nessa situação migratória que vivenciamos todos os dias. Até parece uma moda emigrar, mas não constitui modismo moderno; é, sem dúvida, uma decisão tomada para o abrigo a uma realidade não encontrada na nossa mãe pátria, parecendo uma madrasta para o próprio filho.

Em contrapartida, por mais que haja empecilhos na emissão e aquisição dos documentos necessários à emigração, como protesto a essa deslocação geográfica, acredito que todo pacato cidadão seria capaz de trabalhar incansavelmente para os conseguir, pois toda acção tem o seu etorno, sendo positivo ou negativo.

Deste modo, não se deve criar barreiras, porém reavaliar e atender, de modo satisfatório, às preocupações da nossa população, começando por aquelas que lhe são essenciais.

Hipoteticamente, se o quadro não se reverter nos próximos anos, corremos riscos de ter um país com uma minoria jovem e, como consequência, a nossa sociedade será cada vez menos rejuvenescida e comprometidora com o seu desenvolvimento.

Para o efeito, devemos pensar no tipo de cidadão que queremos, não colocando os interesses políticos acima, mas olhando para o bem social de todos os angolanos.

Quanto mais pensamos na minoria, acabamos por dificultar a vida da maioria, e não é isso que se pretende hodiernamente. Além disso, precisamos reverter a actual situção e pensar nas dificuldades diárias enfrentadas por cada família, o que não seria impossível de ser concretizado, desde que haja uma consciência colectiva e mais democrática.

 

Por: Feliciano António de Castro*

#Professor

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

PROPRIV e o cidadão: o que as privatizações significam para si?

por Jornal OPaís
5 de Junho, 2026

Quando se ouve a palavra “privatização”, as reacções em Angola dividem-se rapidamente entre a esperança de modernização e o receio...

Ler maisDetails

Ser originário do Cazenga já foi asqueroso

por Jorge Fernandes
5 de Junho, 2026
Jorge Fernandes

Embora tivesse vivência noutras partes de Luanda, a minha principal base sempre foi o Cazenga, local onde fixei residência depois...

Ler maisDetails

Proteger as histórias africanas da ameaça da pirataria

por Jornal OPaís
4 de Junho, 2026

No mês passado, o mundo celebrou o Dia Mundial da Propriedade Intelectual, com as discussões sobre criatividade, inovação e protecção...

Ler maisDetails

O inimigo de estimação

por Jornal OPaís
4 de Junho, 2026

O inimigo de estimação é aquela pessoa, grupo ou instituição que alguns indivíduos escolhem transformar num adversário permanente, não necessariamente...

Ler maisDetails

Presidente da República lamenta morte do ex-ministro das Relações Exteriores

5 de Junho, 2026

PR recebe enviado especial do Sultão de Omã

5 de Junho, 2026

Bebé recém-nascida é encontrada viva dentro de uma caixa na via pública

5 de Junho, 2026

Angola agradece apoio da Itália ao longo dos 50 anos das relações de cooperação

5 de Junho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Multimédia
    • Publicações
    • Vídeos
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.