Sob o lema “Cultura Nacional – identidade, união e crescimento sustentável”, a província do Cuanza-Norte, mais concretamente a sua capital, Ndalatando, acolhe hoje o Acto Central do Dia da Cultura Nacional, uma efeméride que remete à reflexão, à importância e à valorização da cultura como símbolo da identidade de um povo.
E hoje, em particular, é o dia em que somos todos chamados a reflectir sobre a cultura nacional de Angola, por sinal bastante diversificada através dos seus hábitos e costumes, em que há, naturalmente, uma heterogeneidade de marcas e símbolos, desde as línguas, a gastronomia, a música, e tantas outras.
No entanto, esta cultura a que chamamos nossa deve, acima de tudo, ser preservada, valorizada e divulgada, de modo a perpetuar nas gerações vindouras aquilo são os hábitos e costumes do povo angolano que, embora no percurso histórico tenha se imiscuído com a colonização, não perdeu a sua essência e continua a caracterizar-se como um só povo e uma só Nação, como descreveu o fundador da Nação, António Agostinho Neto, que também disse que ela é una e indivisível de Cabinda ao Cunene.









