Ao coordenador do jornal OPAÍS, obrigado pela oportunidade, saudações e votos de óptima sexta-feira! Depois do fracasso da Selecção Nacional no CAN 2025, que ainda decorre em Marrocos, a Federação Angolana de Futebol (FAF), órgão que rege a modalidade no país, me parece que continua em modo de voo.
Na conferência de imprensa, realizada esta semana, em Luanda, para justificar a hecatombe em solo marroquino, depois do brilharete em 2023 na Côte d’Ivoire, o presidente da FAF, Alves Simões, assumiu o fracasso, mas reiterou que não vai sair. A justificação do presidente, para mim, enquanto cidadão e adepto da minha seleção, os Palancas Negras, revela uma petulância daquelas.
Diante dos seus membros, Alves Simões mostrou que tem poderes para também travar o presidente da mesa da Assembleia-Geral, por ser o órgão com competência, na FAF, para convocar uma extraordinária, se algo não correr bem e não correu mesmo! Para o efeito, deve concluir que a FAF, com este elenco, está a improvisar mais do que propriamente trabalhar.
E nota- se que o presidente Alves Simões é azedo a críticas; nos dias que correm, até para dirigir uma unidade policial ou militar, é preciso ser rigoroso, observando padrões de natureza acadêmica e científica Improviso não. E o futebol hoje obedece a critérios de gestão assentes numa base científica. Chega de improviso e saia, FAF, do modo de vôo!









