Saudações, caro coordenador do jornal OPAÍS! É com enorme satisfação que volto a escrever para este espaço que dá aos leitores deste órgão de comunicação social. Desta vez, vou abordar a fraca participação da Selecção Nacional de futebol no Campeonato Africano das Nações (CAN) 2025, prova que decorre no Reino de Marrocos.
Durante a fase de grupos, o combinado angolano, o melhor que conseguiu, foram dois pontos, que ditaram o afastamento prematuro na competição organizada pela Confederação Africana de Futebol (CAF).
Entretanto, o que mais me preocupa na campanha dos Palancas Negras foi ver a equipa sem ideias dentro das quatro linhas, porque o treinador francês, Patrice Beaumelle (contratado pela direcção de Alves Simões), mostrou claramente que não está em altura para orientar a equipa angolana.
Aliás, o técnico, quando assumiu a liderança da Selecção Nacional, disse que conhecia o futebol angolano. Depois de perder o primeiro jogo frente à África do Sul, o discurso mudou: “tivemos pouco tempo de trabalho”.
A isso eu chamo de ingratidão e impotência. Portanto, o futebol angolano tem uma história, que é imperioso ser respeitada pela direcção da FAF e pela equipa técnica. Pelo contrário, devem colocar o cargo à disposição.
POR: António Calunga/Luanda









