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A impolidez e outras palhaçadas agregadas dos alunos

Jornal Opais por Jornal Opais
12 de Maio, 2023
Em Opinião

A nossa sala liga à sala da nona e da sétima classe. Acredito ser o único aluno que me domicilio na última carteira e não entendo nada do que se diz, porque os humanos, que nego serem adjectivados de meus colegas no meu dicionário, são uns cambadas fabricadores de alaridos.

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Os meus colegas, inculpados que são porque os pais incumbidos não os acostumaram a sentarem-se à mesa para um café recheado de educação, gargalham-me sempre por não saber grafar o meu nome na folha de prova.

Gargalham-me sempre quando me coloco em pé para uma questão fazer.

Gargalham-me sempre quando faço uma observação à volta dessa merda vida e não acorda o senso comum deles.

Não sou doxógrafo.

Confesso, apesar da escrita que tenta colocar o baralho na minha cabeça, cá rego nela uma filosofia muito distante daquilo que tentam pensar, por isso não me entendem.

Gargalham-me sempre quando o professor pede para escrever a palavra «povo» e eu troco as sílabas todas para «ovoq».

Eles não me entendem, não entendem essa coisa que há em mim, essa coisa que a Psicologia ilustrou-me outrora ser talvez a disgrafia, dislexia, cacografia, ca-ortografia, cacofonia ou outras makas do país a colocaremme nessa condição. Eles não me entendem e nunca me vão entender.

Sei que entender o homemanimal não é um exercício fácil de encontrar o denominador comum.

É preciso antes ser humano ou ser amigo mais próximo da leitura para depois entender o homem-animal.

E a pessoa que inclina os quatro-olhos à leitura das coisas, se o equívoco não me ter, talvez tenha todas as técnicas para entender o homem-animal.

Talvez, seja isso que falta nestas pessoas que insisto em chamálos de colegas. Aliás, no meu dicionário nego chamá-los de colegas.

Os meus colegas são inimigos próximos do silêncio; são produtores dos ruídos quando se chega a hora de fazer ciência; são pessoas normais muito anormais; são assassinos, matam aula, esmagalham aula, mastigam aula e torturam Paula Tina mente as aulas; são reprodutores de matérias; são fugueiros ou são todos adjectivos pejorativos.

Por isso vou parar, parei mesmo. Preciso ir ao intervalo.

 

Por: “AC VAYENDA

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