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Huíla produz 50 toneladas/mês de carne bovina

Jornal Opais por Jornal Opais
25 de Setembro, 2024
Em Economia

A produção mensal actual de carne bovina, na Huíla, é de 50 mil e 906 quilogramas, correspondendo ao abate de 339 cabeças de gado bovino, em 18 casas-matadouros precários e um industrial.

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Para além do gado bovino, em média, por mês, são abatidos, actualmente, 266 suínos (13 mil e 343 kg), 113 caprinos (mil e 366 kg), 1,6 ovinos (32 kg) e 52 aves (93,7 kg).

A informação foi avançada, ontem, Terça-feira, à ANGOP, pelo chefe de departamento do Instituto dos Serviços de Veterinária da Huíla, José Chicomo, referindo que a produção de carne é “boa”, pese embora existam ainda os abates clandestinos.

Declarou que a carne ovina é ainda de produção baixa, por questões culturais, por não serem todas as regiões a consumir, mas é adequada ao consumo humano, dependendo da forma como é preparada.

Para a Huíla, ressaltou que a carne produzida satisfaz, em função dos animais que saem vivos para outras províncias, com destaque para Luanda e Zaire, sobretudo o gado bovino, que só no semestre do ano em curso foram, em trânsito, 6 mil e 128 animais.

Acrescentou ainda terem sido transportados para o abate, durante o semestre do ano em curso, 3 três mil e 733 caprinos, 497 suínos e 421 animais de capoeira e 168 ovinos.

A maior parte dos locais de abate, segundo a fonte, está no Lubango, com cinco casas de abates e um matadouro industrial. Já nos outros 13 municípios há uma casa de abate em cada um, com exepção do Cuvango que tem, igualmente, um matadouro industrial de uma empresa privada.

“A quantidade de carne seria muita se tivéssemos o controlo de quantos animais são abatidos, os dados poderiam duplicar. Esses dados do nosso registo são os que controlamos.

Os nossos técnicos no município inspeccionam os animais antes e depois de abatidos”, disse. Avançou que as mais de 50 comunas da província, com excepção das sedes municipais, as restantes não têm técnicos para inspeccionar, por insuficiência de quadros, situação que compromete a fiscalização do processo.

“Temos muito abate clandestino e os perigos são vários, tem muitas doenças ou zoonoses que se transmitem dos animais para as pessoas, no gado suíno tem a ténia, um problema grave de saúde pública, tem o carbúnculo hemático que se as pessoas comerem a carne do animal contaminado prejudica a saúde humana, entre outras”, explicou.

Alertou que o consumidor tem de procurar mais os locais que vendem produtos inspeccionados para preservar a saúde, pois são doenças agudas que não afectam no momento, mas depois de meses, sem a pessoa ter noção de que é a carne, com sintomas são comuns, confundidos com uma dor de cabeça, febres altas entre outros.

José Chicomo justificou que os abates clandestinos também acontecem por falta de infra-estruturas próprias para o abate, assim como um sistema de conservação com câmaras frigoríficas, necessárias no processo, pois nenhuma das casas de abate existentes tem tais condições, abatem para o consumo imediato.

Fez saber que controlam ainda 12 charcutarias, das quais oito no Lubango, duas na Chibia e duas na Matala, sem controlo dos não cadastrados por boa parte desta produção ser feita nos quintais das residências.

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