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BIC e BFA vão abrir capital a novos accionistas

Jornal Opais por Jornal Opais
12 de Dezembro, 2017
Em Economia

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BIC e BFA preparam-se para receber novos accionistas. O BIC deverá colocar à venda até 25% do capital numa colocação privada e o BFA poderá realizar, no primeiro trimestre de 2019, uma oferta pública inicial de 25% do seu capital em Londres ou em Lisboa, anunciou Isabel dos Santos, que detém uma posição accionista relevante nas duas instituições.

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POR: Luís Faria

grupo Banco BIC vai abrir o seu capital a uma instituição bancária internacional, através de uma colocação privada, passando o novo accionista a deter participação não só no BIC Angola, mas igualmente noutras latitudes onde o grupo se encontra presente, nomeadamente Portugal, Cabo Verde e Namíbia.

A possibilidade de abrir o capital às instituições do grupo colocou- se desde que os empresários portugueses Américo Amorim e António Ruas venderam as posições que nele detinham em Setembro de 2014. Amorim detinha uma participação de 25% e Ruas, através da Ruagest, 10%. Américo Amorim procurou, inicialmente, passar a sua posição aos russos do VTB, que a avaliavam em USD 1,9 mil milhões, mas os restantes accionistas, de cujo acordo o maior empresário português dependia para concretizar o negócio, não se mostraram favoráveis à entrada da instituição russa no capital do BIC.

Isabel dos Santos e Fernando Teles acabaram por adquirir as posições de Amorim e Ruas por USD 1,6 mil milhões, passando a deter 42,5% e 37,5%, respectivamente do capital do BIC, sendo que a posição de Fernando Teles, somada aos 5% detidos por outros administradores, atinge 42,5%.

Há cerca de seis meses, apurou OPAÍS, os accionistas do grupo BIC consideraram que deveriam contratar consultores para acompanhar e apoiar o processo de venda de uma parte do capital a uma instituição bancária internacional que traga mais-valia ao negócio e tenha acesso ao mercado internacional, considerando também, na altura, que as condições de mercado não eram as mais propícias para a realização da operação, a qual, tanto quanto OPAÍS apurou, poderá corresponder à colocação privada de 20% ou mesmo 25% do capital conjunto da instituição.

Uma venda que terá de ser feita em operações separadas, pois as diferentes componentes do universo BIC são juridicamente autónomas, possuindo embora a mesma estrutura accionista. Trata-se, aliás, de uma metodologia que foi seguida na compra das posições detidas por Américo Amorim e António Ruas. Na semana passada, a empresária Isabel dos Santos declarou, no Egipto, onde participou numa conferência no ‘resort’ de Sharm El-Sheikh, estar na altura de pensar em abrir o capital do BIC.

A empresária, citada pela Bloomberg, acrescentou que está previsto um ‘road-show’ de apresentação a potenciais investidores do quarto banco angolano em crédito líquido concedido no primeiro trimestre do próximo ano. O BIC poderá utilizar os recursos obtidos com a venda de uma posição na sua estrutura accionista para financiar a sua expansão, em África e na Ásia, precisou a empresária.

‘Estamos a olhar para fusões, estamos a olhar para aquisições. Traçámos um plano agressivo de aquisições e autorizações para operar’, acentuou Isabel dos Santos, que adiantou ainda que a instituição se encontra a analisar uma oportunidade de negócio na África do Sul, não fornecendo, no entanto, mais pormenores sobre o assunto.

IPO do BFA

Isabel dos Santos anunciou ainda que o BFA, o segundo maior banco angolano pelo valor dos activos, poderá realizar, no primeiro trimestre de 2019, uma oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de 25% do seu capital. O BFA é maioritariamente detido pela Unitel, operadora onde Isabel dos Santos possui uma posição relevante. O português BPI, agora controlado pelos espanhóis do CaixaBank, continua a deter 48,1% do capital da instituição angolana.

A operação de venda de 25% do capital do BFA poderá acontecer na bolsa de Londres ou na de Lisboa. ‘Ainda estamos a analisar qual será o melhor local para a realização da operação, se Londres se Lisboa, mas já demos a conhecer claramente a nossa intenção ao banco central angolano, que manifestou uma perspectiva positiva sobre a mesma’, esclareceu Isabel dos Santos.

Dois dos maiores bancos angolanos

O Banco BIC é a quarta instituição bancária angolana pelo valor dos activos (Kz 1.027.033 milhões no último exercício), surgindo também, no final de 2016, em quarto lugar no que respeita a depósitos de clientes (mais de Kz 850,4 mil milhões) e a crédito líquido concedido (mais de Kz 304,3 mil milhões). Obteve, no último exercício, um resultado líquido de Kz 33.663 milhões.

O BFA, Banco de Fomento Angola, surge na terceira posição do ranking do último exercício quanto ao valor dos activos (Kz 1.312.880 milhões) entre os 24 bancos que operam no mercado nacional. É a segunda instituição no que respeita aos depósitos de clientes (Kz 1.079.750 milhões) e na quinta posição quanto ao crédito líquido concedido (mais de Kz 235,3 mil milhões). Foi o banco que apresentou maiores lucros em 2016, ascendendo os seus resultados líquidos a mais de Kz 61,7 mil milhões.

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