Nossa Seguros BFA EMPEMA-ENSA BANCO BAI STANDARD-BANK MEDIANOVA-FNC SOCIJORNAL
Qui, 30 Jul 2026
OPaís
Ouça Rádio+
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPaís
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Sem Resultados
Ver Todos Resultados
OPaís

Autoridade da Concorrência aponta sector dos petróleos como mais problemático em cinco anos

Jornal Opais por Jornal Opais
24 de Novembro, 2023
Em Economia

Relatório de cinco anos da instituição tutelada pelo Ministério das Finanças mostra que casos de acordos verticais e horizontais são maiores problemas e que 70% dos processos surgem de denúncias

O sector dos petróleos é o que mais problemas tem dado à Autoridade Reguladora da Concorrência (ARC), com um total de 13 notificações, perfazendo pouco mais de 23% do total das notificações no período entre 2018 e 2023. Segundo os dados do relatório denominado “5 Anos de Política de Concorrência em Angola 2018-2023”, apresentado ontem, em Luanda, nos cinco anos de actividade da instituição, foram feitas 56 notificações e 50 deliberações.

Conforme os dados da ARC, depois dos petróleos, segue na lista dos mais problemáticos o sector agro-pecuário, com sete notificações, seguido dos sectores bancários e da construção, com quatro notificações cada. No sentido inverso, percebe-se que os sectores da aviação civil, ambiental, cimento, segurança e transporte marítimo são aqueles que menos problemas apresentam no quesito concorrência, já que tiveram todos apenas uma notificação durante o período entre 2018 e 2023.

A ARC mostra que os casos foram ligados essencialmente a abuso de posição dominante, acordos verticais e acordos horizontais, que se referem a comportamentos levados a cabo pelas empresas com o intuito claro de obter benefícios próprios em detrimento de um mercado livre, de uma concorrência saudável e de consumi- dores satisfeitos. Se virarmos o olhar para a natureza, percebemos que a maioria das notificações é destinada a processos de aquisição e poucos contra processos que são de fusão. Salta à vista o facto de a maior parte dos processos, 70%, terem surgido por meio de denúncias, uma situação que contrasta com a ideia generalizada de que os angolanos não denunciam.

“É preciso não confundir regulação com defesa da concorrência”

Ao falar no primeiro painel, denominado “Concorrência na economia digital”, o representante da Autoridade da Concorrência de Portugal, Miguel Moura e Silva, realçou ser importante não confundir a defesa da concorrência com a regulação, já que versam sobre questões diferentes. A defesa da concorrência trata de, no fundo, combater o abuso de posição dominante, o monopólio e, portanto, tem um pendor mais causalista e exige investigações complexas.

Por outro lado, a regulação trata de formalizar a conduta regulatória. “A regulação é a continuação da defesa da concorrência por outros meios”, disse Miguel Moura e Silva em jeito de conclusão da sua apresentação, tendo feito igualmente referência da necessidade de os Esta- dos irem capacitando-se, pois, só assim, vão poder fazer frente e exigir cumprimento por parte das empresas, que são cada vez maiores e mais capazes de influenciar.

POR: Ladislau Francisco

Negócios Em Exame Negócios Em Exame Negócios Em Exame

Recomendado Para Si

Unitel restabelece serviços de forma gradual e não inviabiliza entrada em bolsa

por Jornal OPaís
30 de Julho, 2026

Depois da interrupção nos serviços de voz, dados e internet, em decorrência de um ataque cibernético de que foi alvo...

Ler maisDetails

Angola cria comissão para implementar mercado único do transporte aéreo em África

por Jornal OPaís
30 de Julho, 2026

O Presidente da República, João Lourenço, criou a Comissão Nacional para o Acompanhamento da Implementação da Decisão de Yamoussoukro, estrutura...

Ler maisDetails

IGAPE revela que indústrias extractivas concentraram 94% dos lucros do Sector Empresarial Público em 2025

por Jornal OPaís
30 de Julho, 2026

O Instituto Nacional das Pequenas e Médias Empresas (INAPEM) iniciou, nesta Quarta-feira, 29, em Benguela, a prestar assistência técnica às...

Ler maisDetails

Porto do Lobito reforça posição de referência no Sector Empresarial Público

por Jornal Opais
29 de Julho, 2026

O Porto do Lobito participou, esta terça-feira, no Encontro Anual do Sector Empresarial Público (E-SEP 2026), promovido pelo Instituto de...

Ler maisDetails

É de hoje… Tragédia à vista em Icolo e Bengo

30 de Julho, 2026

FAF deixa de receber 750 mil dólares da FIFA por causa da dívida a Pedro Gonçalves

30 de Julho, 2026

Falta de quadros para os sectores da educação e saúde preocupa autoridades administrativas da Palanca na Huíla

30 de Julho, 2026

Unitel restabelece serviços de forma gradual e não inviabiliza entrada em bolsa

30 de Julho, 2026
Facebook Twitter Youtube Whatsapp Instagram

Para Sí

  • Radio Maís
  • Media Nova
  • Negócios Em Exame
  • Chiola
  • Agência Media Nova
  • Contacto

Categorias

  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Desporto
  • Mundo
  • Publicações
  • Vídeos

Condições

  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Termos & Condições

@ Grupo Media Nova | Socijornal

Sem Resultados
Ver Todos Resultados
  • Política
  • Economia
  • Sociedade
  • Cultura
  • Mundo
  • Desporto
  • Mais
    • Publicações
    • Opinião
    • Entrevista
    • Vídeos
    • Saúde
    • África
    • Ciência e Tecnologia
    • Cronica de Dani Costa
    • Justiça
    • Reportagem
Ouça Rádio+

© 2024 O País - Tem tudo. Por Grupo Medianova.

Este site utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para a utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.