O jornal O PAÍS deslocou-se ao Instituto de Telecomunicações (ITEL), no Rangel, em Luanda, onde entrevistou o director Cláudio de Almeida Gonçalves sobre o ensino no sector. Os passos evolutivos que se vão dando noutras áreas do saber mereceram destaque. O também engenheiro de telecomunicações referiu que a informática se atrelou a áreas conexas das comunicações sem a possibilidade de haver separação. Quanto aos cursos ministrados no ITEL, electrónica e telecomunicações, informática e informática e multimédia, o corpo docente cumpre cabalmente o seu papel. Por sua vez, os estudantes, à luz do slogan “Poucos, mas bons”, aplicam-se para figurar entre os melhores no fim dos respectivos cursos. Na semana do ANGOTIC 2026, o ITEL estará no CCTA, em Talatona, para apresentar projectos rumo à consolidação da sua posição no sector
O Instituto de Telecomunicações (ITEL) foi criado há 41 anos. Como está o ensino? O ITEL existe há 41 anos e foi criado na perspectiva de atender o sector das telecomunicações e tecnologias de informação.
Na altura, compreendia-se que havia a necessidade de formar quadros nacionais com qualidade para atenderem o sector. Desde sempre foi tutelado pelo departamento ministerial que tutela o sector.
Ao longo desses 41 anos, temos proporcionado uma formação de qualidade aos nossos estudantes, a fim de termos um capital humano com as competências e valências necessárias para o desenvolvimento do sector.








