O Museu Regional do Reino do Kongo, localizado em Mbanza Kongo, província do Zaire, recebe anualmente mais de 12 mil visitantes, desde a sua elevação a Património Mundial da UNESCO. Entre os visitantes, constam estudantes, investigadores, turistas nacionais e estrangeiros, bem como o público em geral, revelou o director da instituição, Avelino Muanzeto
A infra-estrutura representa um importante centro de preservação da história e da cultura, dispondo de um acervo composto por peças históricas, artísticas e literárias que reflectem a rica herança cultural do Reino do Kongo. Segundo Avelino Muanzeto, o funcionamento da instituição de corre de forma satisfatória, sobre tudo no que diz respeito à partilha de conhecimentos e à troca de experiências com outras instituições museológicas.
O responsável destacou ainda que, desde a classificação do local como Património Mundial da UNESCO, 8 de Julho de 2017, se registou um crescimento significativo no número de visitantes. Nos anos anteriores, o museu recebia cerca de cinco mil visitantes por ano, número que actualmente varia entre 10 e 15 mil visitantes anuais.
“Anteriormente, durante o ano, tínhamos um número de cinco mil visitantes. Mas, desde que ascendeu à categoria de Património Mundial, o número aumentou consideravelmente para 10 a 15 mil visitantes por ano.
Esta situação deixa-nos bastante satisfeitos”, afirmou. Os visitantes incluem investigadores, estudantes, autoridades tradicionais, cidadãos nacionais e estrangeiros, além da participação massiva das comunidades locais e de outras regiões.
A fonte acrescentou ainda que, de Janeiro a Maio do corrente ano, o museu já recebeu cerca de oito mil visitantes, número que a instituição espera aumentar através de mais trabalho, foco e empenho.
Para o director, os desafios passam pelo reforço dos recursos humanos, formação de quadros nas áreas de investigação científica e conservação de acervos museológicos, renovação das exposições e criação de estratégias que permitam a construção de um novo mu seu com dimensão internacional, além da preservação da actual infra-estrutura.









