O Instituto Nacional da Criança (INAC) reporta o registo de 61 crianças desaparecidas, tendo a chefe de secção de Protecção à Criança, Florência Jala, dado, igualmente, nota, em declarações exclusivas a este jornal, da existência de 58 petizes, anterior- mente desaparecidos, porém já entregues ao convívio familiar
No momento em que a reportagem deste jornal se fez à tenda na qual esteve a equipa do INAC destacada, membros de famílias relatavam à equipa desaparecimento de menores. Ressalta-se, deste modo, o de duas menores, com idades que variam entre 16 e 15 anos, que estariam à procura de uma outra, de 13 anos.
Quando a família foi invadida pelas chuvas, elas preocuparam-se em colocar no telhado de casa, primeiro, uma idosa, de quem são netas. Entretanto, quando pensaram em ir buscar a irmã, a água inundou a casa toda e não mais foi vista – contaram, sob anonimato, depois de terem feito registo no INAC. Por outro lado, uma fonte governamental, que entretanto pede para não ser identificada, dá conta de furtos de bens por parte de alguns agentes que auxiliam o Governo na gestão.
A fonte aponta o dedo a alguns escuteiros, que, providos de mochilas, estariam a levar coisas para casa. Entretanto, confrontado com esta informação, o dirigente dos escuteiros destacados no Campismo Navegantes, Abraão Lote, disse que desconhecia tal informação, pelo que desafiava a nossa fonte a fazer prova da denúncia que apresentou ao jornal OPAÍS, ao destacar a maturidade e espírito de compromisso dos escuteiros.
POR: Constantino Eduardo, em Benguela
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