A igualdade de género é um direito fundamental. É justiça social. Garante que as mulheres e os homens tenham as mesmas oportunidades. Por isso, com medidas estruturais e concretas, devem ter uma agenda local e regional. As necessidades de escolha não podem ser descuradas.
As mulheres também têm liberdade. É preciso respeitar. O acesso à educação, ao trabalho, à tomada de decisões políticas, à cultura e outras esferas da vida pública e privada são, entre outros pontos, assuntos discutidos no dia-a-dia. Assim sendo, o papel das mulheres angolanas no plano social, político e económico vai dando passos firmes. As associações femininas estão na vanguarda.
Querem mudanças. Importa realçar que, com acções continuas e integradas, este espectro marcará a posição delas em espaços antes negados. Importa lembrar que o papel da mulher é superior ao de ficar em casa. Para manter o seu poder e afirmação, a mulher superou barreiras históricas.
No entanto, continuam a lutar para ultrapassar questões como a violência doméstica e práticas discriminatórias evidentes. Deste modo, as deputadas angolanas defenderam, em Luanda, medidas estruturantes para a promoção da mulher no plano local e regional, isto é, na África Austral, concretamente na SADC.








