Luanda é a província com maior número de casos. Na sequência, perfilam as províncias da Huíla, Huambo, Benguela, Cuanza-Norte e Cuanza-Sul, conforme dados a que OPAÍS teve acesso da Direcção de Trânsito e Segurança Rodoviária da Polícia Nacional, que anuncia, para breve, medidas duras para travar o derramamento de sangue nas estradas nacionais
Durante o período de Setembro à primeira quinzena deste mês de Março, um universo de 1.200 pessoas perdeu a vida nas estradas do país, num total de 5 mil acidentes rodoviários registados. No mesmo período, outras 8 mil pessoas ficaram feridas com lesões variadas, entre graves e leves, segundo deu a conhecer ao jornal OPAÍS o porta-voz da Direcção de Trânsito e Segurança Rodoviária da Polícia Nacional, superintendente-chefe Adriano do Rosário.
Luanda é a província com maior número de casos. Na sequência, perfilam as províncias da Huíla, Huambo, Benguela, Cuanza-Norte e Cuanza-Sul. De acordo com o oficial, o excesso de velocidade, o mau estado técnico das vias, as manobras perigosas, a condução sob o efeito de álcool e o mau estado técnico dos veículos constituem as principais causas dos acidentes.
O porta-voz da Direcção de Trânsito e Segurança Rodoviária da Polícia Nacional apelou ao maior reforço da atenção e cuidado dos cidadãos sempre que se fizerem à estrada, a julgar pelos elevados casos de mortes, feridos e danos materiais incalculáveis que a sinistralidade rodoviária tem vindo a causar em todo o país, enlutando centenas de famílias.
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