O Dia Internacional da Mulher não nasceu por acaso. Com raízes no século XX, para reivindicar direitos e deveres de natureza laboral e não só, ir à rua foi o caminho para a emancipação. Melhores condições de trabalho, salários justos e direito ao voto eram os pontos exigidos à época.
A mulher era remetida à cozinha. Mas discussões conscientes e calorosas permitiram ultrapassar a situação. O grito de resistência era um facto. Iniciado em muitos países europeus. É hoje um movimento global.
Por isso, a Organização das Nações Unidas (ONU) oficializou e internacionalizou o 8 de Março. Assim, é o símbolo da luta feminina pela equidade e pelos direitos fundamentais. O documento da ONU continua a proteger a mulher.
Garante sempre o seu lugar na sociedade. A mulher é um ser que dá a vida. É mãe. É guerreira. É protectora. Por isso, merece toda a honra. Todo o respeito. Mulher educada, sociedade educada. Ela é a continuação da humanidade.
Mais do que uma celebração, o Dia Internacional da Mulher é um momento de reflexão sobre as conquistas e os desafios que ainda estão por se assinalar. A necessidade de se construir uma sociedade mais participativa e representativa, para elas, é tarefa de todos. Portanto, honra à mulher!








