À coordenação do jornal O PAÍS, saudações e votos de óptima Sexta-feira! Nas redes sociais, um facto chocou os angolanos e o mundo. Na província da Huíla, um pastor de uma seita é acusado de se envolver sexualmente com dez fiéis do sexo feminino. O falso pastor, conforme se lê nas redes sociais, também já está as contas com as autoridades da terra da Chela.
Não se sabe ao certo como o pastor conseguiu as dez fiéis, sendo que as mesmas iam apenas à busca da palavra do Senhor. Este suposto falso profeta não tem o minímo de ética e não deve, por nada, ter ovelhas, porque o risco é maior. Aproveita-se das palavras sagradas para satisfazer os seus apetites sexuais à luz da burrice ou ingenuidade das nossas irmãs.
Basta olhar que esses pastores têm tido capacidade de inverter o curso de vários lares, muitas senhoras, donas de casa ou não, preferem ouvir o que eles pregam.
A capacidade de conduzir as ovelhas para o mal é tão frequente, que muitas hoje acabaram sem marido, outras não falam com familiares por supostas afirmações.
No entanto, é tarefa das autoridades fazerem um trabalho multidisciplinar para se acabar com este fenómeno, pois continua a estragar e a dividir famílias. A liberdade religiosa não deve ser interpretada como libertinagem. Aliás, a Palavra de Deus deve ser respeitada e não comercializada.
POR: Buta dos Anjos, Huambo









